Após ser condenado em 5 mil reais por danos morais a uma OMG, Justiça descobre BMW de Rafael Ilha e nega gratuidade judicial ao ex-Polegar

Após ser condenado a indenizar a consultora de uma ONG no valor de R$ 5 mil, por danos morais, Rafael Ilha entrou com recurso para recorrer da decisão, e ainda pediu gratuidade judicial para não precisar pagar as custas. O ex-Polegar, que foi acusado de tecer comentários ofensivos na página da consultora no Facebook, alegou que o juiz entendeu errado quando afirmou que todas as postagens sem marcação seriam direcionadas diretamente à Liana Morisco.

Ressaltou, ainda, que em sua petição inicial, Liana afirma que os comentários não guardavam nenhuma relação com a postagem que ela teria feito. Ilha também defende que, diferente do que se diz na sentença, tudo seria, sim, uma simples crítica feita por ele, que enviou o seguinte comentário à consultora: “Reparei que a senhora está delirando, tá magrela, só o pó da rabiola”.

Outro ponto questionado foi o valor da condenação, que ele não considera razoável. O ex-Fazenda diz que a própria determinação de retratação estaria errada, visto que a postagem dos comentários não teria gerado qualquer repercussão que torne a retratação necessária. Posteriormente ao recurso, Rafael Ilha alegou ter anexado aos autos comprovantes de que não teria condições financeiras de arcar com as custas do processo sem sacrificar e colocar em risco a subsistência da sua própria família. Ele então pediu o benefício da Justiça Gratuita.

Mas a Justiça negou a solicitação após tomar conhecimento que Rafael Ilha possuía carro de luxo, uma BMW, que transferiu gratuitamente para seu filho. Além disso, 100% do capital social da empresa dele de eventos lhe pertencem. O ex-Polegar ainda possui a maioria do capital social de outra empresa, uma clínica de desintoxicação. Não suficiente, o extrato de sua conta bancária demonstrou que, embora nem sempre haja saldo em conta, sempre que Rafael precisa fazer algum pagamento, ele providencia uma transferência bancária com recursos que existem na conta de sua filha menor, chegando a movimentar grandes quantias de dinheiro.

Tais fatos seriam suficientes para concluir que Rafael Ilha possui atividades empresariais, no meio artístico e terapêutico, além de possuir patrimônio em seu nome e de seus filhos menores. Por essa razão, entendeu-se que ele possui plena capacidade econômica de arcar com os encargos do processo, que, aliás, não chegam a um enorme valor. Desta forma, ele deve efetuar o pagamento da taxa cobrada pela Justiça no valor de R$ 600.

Segundo consta no processo, a consultora que move a ação afirma que há muitos anos trabalha com a fiscalização de condutas do poder público, e as atividades de seus agentes, e assim, em fevereiro do ano passado, fez uma crítica à uma autoridade de sua cidade, através da rede social, quando então Ilha teria ido até o seu perfil para desferir as ofensas gratuitas.

Além da condenação por danos morais, Rafael Ilha também foi condenado a fazer uma retratação pública. “O requerido deverá publicar retratação pública, em sua rede social, com pedido de desculpas em relação às ofensas dirigidas à requerente, ‘marcando’ a requerente em sua postagem”, sentenciou o magistrado.

Se fudeu kkkkkkkkkkkkkkk

Bolsonarista homofobico, merece continuar no limbo total

gratuidade? mas ele não ganhou 1,5 milhão na fazenda, ou já enfiou tudo em drogas?

Mas vem cá, com que dinheiro ele consegue uma BMW? Já que ele não tem trabalho artístico nenhum, aposto que os royalties de música do polegas não dão nem pra uma coca-cola