Eles não aceitam
O kworb ta att antes? Arrasou
Se isso for verdade, então as 23 faixas foram ouvidas 1 milhão de vezes na primeira uma hora e 2,7 milhões de vezes nas 23 horas seguintes?
https://billboard.com.br/brutal-paraiso-luisa-sonza-1-milhao-streams-hora/
A fic
Acreditamos toda taisgrimaldi
Não faz sentido
Fez uns 8kk
Eu nunca tanko esse título “Brutal Paraíso”. A sonoridade não é boa no português — o que me faz pensar que ela estava pensando no inglês, Brutal Paradise".
“Brutal Paraíso” simplesmente não soa natural, e mesmo considerando licença poética, soa mal poeticamente.. Acho que ela estava tentando atrair gringos.
Só se o álbum for realmente tão ruim que de todo mundo que ouviu assim que saiu, quase ninguém quis ouvir nada de novo
Isso é um Dia todo? Nem sabia q tinha kancado
mds que fracassooooo
Isso tem uma explicação muito simples, no português a gente geralmente coloca o adjetivo depois do substantivo. Então o comum seria “paraíso brutal”. Em inglês é o contrário, o adjetivo quase sempre precede o substantivo. É um anglicismo traduzido ao pé da letra, mesmo.
Sim, mas tanto o inglês quanto o português permitem inverter a ordem comum (ou natural) do adjetivo e do substantivo para fins poéticos ou de efeito.
O problema é que nesse caso dela, não soa bem sonoramente. Não é como um “Triste lembrança” ou um “doce desejo”.
Soa truncado e nada fluído.
Talvez porque esses termos possuem ritmos poéticos? Eles estão no pé métrico troqueu, se você ler as duas frases dentro do esquema de poesia em português.
TRIS/te-lem/BRAN/ça
DO/ce-de/SE/jo
(Teoricamente o certo é não contar a sílaba logo após a sílaba tônica da palavra)
Brutal paraíso é um ritmo quebrado. Bru/TAL/pa/ra está no pé métrico segundo peão, mas a sílaba tônica /í/ quebra essa métrica.
siiiimmmmmm
eu comentei na OldBc… faz sentido ALGUEM esse predicado antes do substantivo:
-
porque no PTBR a gente não usa
-
porque “foneticamente” falando fica feio mesmo
Paraíso Brutal ficaria menos ruim
Colocando em perspectiva:
Se fosse, sei lá, Brutal Bacanal, o ritmo seria:
bru/TAL/ba/ca/NAL/, seria já visto como um pé métrico iâmbico com o final invertido, algo que gera uma musicalidade na percepção da frase poética, e essa musicalidade ainda seria acentuada pela aliteração, com a repetição da letra “B” e a repetição dos sons de “a” e “au”