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Israel alertou na quarta-feira que quem o Irã selecionar como seu próximo líder supremo será “um alvo para eliminação.”
O ministro da defesa israelense, Israel Katz, escreveu no X, “todo líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para continuar e liderar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre e os países da região e suprimir o povo iraniano—será um alvo inequívoco para eliminação”.
“Não importa qual seja o nome dele ou o lugar onde ele se esconde. O Primeiro-Ministro e EU instruímos as FDI a se prepararem e agirem por todos os meios para realizar a missão como parte integrante dos objetivos da Operação ‘Ronco de Leão’. Continuaremos a agir com força total, junto com nossos parceiros americanos, para esmagar as capacidades do regime e criar as condições para o povo iraniano derrubá-lo e substituí-lo,”. acrescentou ele.
O aviso surge em meio a uma grande escalada na região. No sábado, uma operação em larga escala foi lançada visando o estabelecimento político liderado por Khamenei no Irã, com Israel participando sob o codinome Operação Lion’s Roar. A operação seguiu a morte do aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, intensificando o conflito.
A mídia israelense informou que Mojtaba Khamenei, filho do falecido Líder Supremo, foi escolhido como sucessor de seu pai. Altos funcionários israelenses disseram ao Ynet News que a Assembleia de Especialistas do Irã deve anunciar formalmente Mojtaba Khamenei nas próximas horas, embora a mídia estatal iraniana não tenha confirmado o desenvolvimento. Diz-se que Mojtaba Khamenei desempenhou um papel importante na administração do gabinete de seu falecido pai e mantém laços próximos com a alta liderança do IRGC e da Força Quds. A mídia israelense o descreveu como mais radical do que seu pai e envolvido em repressões violentas contra manifestantes no Irã.
Ataques anteriores em Teerã visaram centros de comando da força paramilitar Basij do Irã e forças de segurança interna, bem como locais logísticos do exército iraniano, lançadores de mísseis e sistemas de defesa aérea. Israel havia anteriormente atacado um edifício associado à Assembleia de Especialistas do Irã, o órgão responsável por selecionar o novo líder supremo, sinalizando a natureza intensificada do conflito.