CRÍTICA: A Casa Sombria: Filme de terror mexe com o psicológico do público

Novo filme de terror psicológico, A Casa Sombria estreia nos cinemas nesta quinta-feira (23). Estrelado por Rebecca Hall, ele tenta confundir o público até a última cena com um suspense melancólico. O longa demora para revelar como as assombrações da trama surgem. Por isso, consegue deixar seu espectador angustiado, tenso e com muitas dúvidas.

Após a morte inesperada de seu marido, Owen (Evan Jonigkeit), Beth (Rebecca Hall) vive sozinha em sua casa à beira de um lago. Ela tenta de tudo para ficar bem, mas seus sonhos dificultam o processo. Visões, chamados e a sensação de uma presença estranha incomodam a professora.

Em busca de respostas, a protagonista começa a vasculhar as coisas de Owen. Mas ela encontra apenas mais um mistério: a planta de outra casa, similar à dela, mas com a disposição de tudo invertida.

Enquanto tenta entender o que está acontecendo, a personagem de Rebecca Hall conta com a ajuda de sua amiga Claire (Sarah Goldberg) e do simpático Mel (Vondie Curtis-Hall). Porém, para acabar de vez com a assombração, Beth precisa encarar as forças do mal sozinha.

O clima do filme é lento, mas agoniante e cheio de suspense. Com um roteiro imprevisível, a produção de terror mexe com o psicológico do público e deixa o espectador tenso com cenas tenebrosas e assustadoras.

Atriz de Holmes & Watson (2018) e Godzilla vs. Kong (2021), Rebecca Hall consegue entregar uma forte performance focada no luto e no processo de aceitação. Já Sarah Goldberg mostra um lado jamais visto antes em sua carreira, com uma atuação mais dramática.

Assista abaixo ao trailer legendado de A Casa Sombria: