Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3) indica que a parcela de brasileiros que associa a pobreza à “preguiça de pessoas que não querem trabalhar” quase dobrou nos últimos quatro anos, saltando de 22% em 2022 para 40% em 2026.
Veja os números:
Pobreza motivada por “preguiça”: foi de 22% (2022) para 40% (2026);
Pobreza motivada por falta de oportunidades: foi de 76% (2022) para 58% (2026);
Não souberam responder: 3% (2026).
Divisão por idade e preferência política Por idade: O abismo geracional é marcante na pesquisa. Os jovens são os que mais associam a pobreza a questões estruturais do país, enquanto os idosos dividem opiniões.
De 16 a 24 anos: 74% citam falta de oportunidades e 22% apontam preguiça.
60 anos ou mais: Há um empate técnico, com 49% associando à preguiça e 48% à falta de oportunidades.
Por voto presidencial: O alinhamento político reflete as matrizes ideológicas de esquerda e direita apresentadas pelo instituto:
Eleitores de Lula (PT): 70% apontam falta de oportunidades; 28% associam à preguiça. Eleitores de Flávio Bolsonaro (PL): 52% associam à preguiça; 44% apontam falta de oportunidades.
No critério de ocupação profissional, os extremos se dividem entre empregadores e servidores públicos:
Empresários: 56% acreditam que a pobreza está ligada à preguiça (maior índice entre todas as ocupações); Funcionários públicos: 28% têm a mesma opinião (menor índice registrado).
maior mico da meritocracia eh esse, as próprias baratinhas não conseguiram um monte de coisa na vida mas no caso deles nunca é por preguiça, falta de interesse etc., sempre tem uma desculpa e os preguiçosos são os outros Zzzzzz