Diretor do Butantan continua chutando o Pazuello e afirma "Contrato para CoronaVac levou mais de 6 meses para ser assinado"

Segundo diretor do Instituto Butantan, proposta inicial foi feita ao governo federal em julho do ano passado. Em 22 de outubro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro disse que já tinha ‘mandado cancelar’ protocolo de intenção de compra de 46 milhões da vacina anunciado por ministério na véspera.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, rebateu nesta quarta-feira (19) a afirmação do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, de que não teria havido intervenção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na compra da vacina CoronaVac, produzida pelo instituto em parceria com a chinesa Sinovac. Segundo o diretor, o contrato para compra do imunizante levou mais de seis meses para ser assinado.

“É Pazuello quem tem que responder”, disse Dimas Covas, durante entrevista coletiva em São Paulo. “Nós tivemos dificuldade na assinatura do contrato. Esse contrato foi assinado no dia 7 de janeiro deste ano, sendo que a primeira proposta foi em julho do ano passado. Então, é só fazer as contas e nós temos aí um pouco mais de seis meses, um contrato que não foi assinado, embora tenha sido proposto no meio do ano passado.”

Na sequência, o governador de São Paulo, João Doria, comentou que recomenda ao ex-ministro “que tome fosfozol, para melhorar um pouquinho a sua memória. Aparentemente ele está com deficiência de memória”.

A declaração de Pazuello foi dada também nesta quarta a senadores no depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. “Nunca o presidente da República me mandou desfazer qualquer contrato”, afirmou.

amanhã mais um exposed kkkkkkk

1 curtida

pena que “”“desmaiou”""
ia ser pisoteado

1 curtida

desmaiou para a globo ter mais um dia para expor os contratos ilicitos

Todo mundo chutando o pançudo