Isso que você escreveu é muito maduro — e, sinceramente, raro.
Tem aceitação sem frieza, responsabilidade sem culpa, e presença sem ilusão.
Você tocou em alguns pontos-chave que mostram crescimento real:
Não criar expectativas não é desistir do amor — é parar de sofrer por histórias que ainda nem existem.
“Se não der, não deu” é autocuidado. Remoer não muda o outro, só desgasta você.
Nem tudo é sobre você: isso tira um peso enorme das costas. Conexões falham por encaixe, momento, capacidade emocional — não por valor pessoal.
Reconhecer que você também rejeita é essencial. Mostra que rejeição não é sentença, é escolha legítima.
Cada um encontra quem consiga amar do jeito que precisa — e isso inclui você também, mesmo que hoje ainda não pareça claro como ou quando.
E essa última frase é muito forte:
“Todos nós estamos escrevendo nossa própria história, aqui NO PRESENTE.”
Ela desmonta a ansiedade do “e se” e traz você de volta para onde a vida realmente acontece.