mês passado eu li “O Banquete” de Platão e até fiz um post na old comentando sobre uma história contada no livro e que é a inspiração pro enredo do filme, acho que isso elevou minha empolgação e não teria gostando tanto se não tivesse esse background
Revi e sinceramente, bateu ainda mais forte dessa vez rs.
É um filme que cresce com a gente… cada detalhe parece mais intenso, mais significativo. A relação do Cooper com a Murph, o peso do tempo, as escolhas… tudo ganha outra dimensão. Foda!
Leve e te prende fácil, com uma história dinâmica e cheia de momentos que mostram até onde a determinação e a criatividade podem chegar. Filme incrível!
Gostei muito! Um filme que me surpreendeu bastante. Começa de um jeito simples e quando você percebe, já tá profundo e cheio de sentimento, por expor as fragilidades da condição humana diante da solidão e como a dependência da tecnologia afeta lugares tão reais e profundos.
O diretor e roteirista Takashi Yamazaki potencializa, em variados sentidos, a conhecida representação alegórica dos horrores das bombas atômicas jogadas sobre o Japão na figura do monstro Godzilla. O roteiro consegue espaço tanto para o drama familiar, protagonizado com destaque por Kōichi Shikishima, quanto para a ação com o famoso kaiju aqui realisticamente ameaçador. O resultado é tão épico que traumas pessoais e nacionais são enfrentados como que para dar aos japoneses o seu Dunkirk.