“Superman” (2025) – 65
James Gunn acerta na missão de reunir de forma satisfatória uma história centrada em “Superman” com o início de um novo universo para a DC. O DNA das criações do diretor conhecido por “Guardiões da Galáxia” (2014), na Marvel, está presente e adaptada para lidar com Superman. É nítido o propósito de afastar o Homem de Aço do endeusamento, expondo suas fraquezas e, assim, humanizando-o. Também é perceptível a pressa em introduzir um universo com outros meta-humanos poderosos, o que pode dar a sensação de que foram perdidos os primeiros episódios da trama. O pano de fundo geopolítico é simples e interessante, as cenas de combate boas e o carisma de David Corenswet se destaca. O resultado é um longa cartunesco que pode causar certa estranheza, mas que entretém do começo ao fim.
Jurassic World: Rebirth
meu deus que filme tosco
“Retroactive” (1997) – 55
Dirigido por Louis Morneau, “Inferno na Estrada” (1997) parte de uma premissa interessante, mas com problemas de execução. Nas estradas desérticas do Texas, uma psicóloga criminal aceita carona de um casal e acaba presenciando um feminicídio. Essa trama é misturada com outra de ficção científica e máquina do tempo, o que não funciona bem. James Belushi interpreta de forma caricata o vilão Frank Lloyd. Há boas cenas de ação, mas o resultado é uma tentativa forçada de amarrar os personagens da trama.
Scooby doo e os invasores alienígenas
3/5
My ★★★½ review of Call Me by Your Name on Letterboxd ‘Call Me by Your Name’ watched by _Biatriz_ • Letterboxd
Black Christmas (1974)
![]()
![]()
![]()
The Ballad of Wallis Island - 4/5
Muito fofo
O senhor dos Anéis 1 (NOTA 10)
“Weapons” (2025) - 65
O diretor e roteirista Zach Cregger marca seu estilo no sucessor de “Noites Brutais” (2022) com uma nova história de terror muito engendrada. “A Hora do Mal” conta com uma narrativa não linear sob diferentes perspectivas. A fluidez da trama é sacrificada para manter o mistério e a tensão sobre 17 crianças de uma mesma aula que desaparecem de madrugada. Mesmo com atuações e trilha sonora de destaque, o resultado acaba não sendo tão amedrontador quanto gostaria devido ao excesso de narrativas que também deixam o terceiro ato previsível.
Aumentei em 5 pontos minha nota para “A Hora do Mal”, mas ainda abaixo dos 70/100 que dei para “Noites Brutais” (2022).
@proy o que foi, divo?