FIXO: DiscoClub – o lugar das indicações musicais fora dos charts

Mas old que quem popularizou foi o Jhonny Nash

A fanbase dela era gigante né
Ela ourava e platinava álbuns só vendendo pros fãs, sem hit

Sempre vi I Can See Clearly Now como um misto de soul clássico e sunshine pop, nunca parei pra ouvir como reggae

Pra mim quem popularizou reggae no meio rock foi Eric Clapton e no meio pop Blondie

ai eu me espoco com a capa desse álbum da barbra

butter
fly

Vou começar a ouvir aqui. Acho que ouço tudo ainda hj. Vou começar pelo da Barbra que é o que tenho preconceito… Como falei na minha indicação, a minha postura como ouvinte é gostar de ser desafiado, por isso amei esse espaço aqui do DiscoClub desde que soube que existia. (Como já ouvi o i love my computer, vou ouvir ele por último e também mais um álbum inédito da Ninajirachi)

Pensei o mesmo :haha:

Lindos vocais. A referência mais próxima que me veio da minha biblioteca foi a Gal Costa.

Acho que dos artistas que escuto, a Kate Bush, o Electric Light Orchestra e outros artistas de sonoridade dos anos 70 seriam as coisas mais familiares. Eu ultimamente também estou ouvindo a Suki Waterhouse, que incorpora muito esse clima do rock e pop dos anos 70 no seu som e persona.

Era a intenção do álbum mostrar variedade escolhendo interpretar músicas de gêneros diversos, mas no final acho que ocorreu o efeito contrário (o efeito Barbra Streisand :haha: ): uma despersonificação dos gêneros pra caber na proposta mais elegante e vocal da Barbra. Tudo aqui soa muito igual e as que quebraram minha indiferença foram as que destaco abaixo. No geral, gostei.

Favoritas:

Jubilation
Guava Jelly
Grandma’s Hands
Let the Good Time Roll

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me sinto uma dondoca ouvindo esse da barbra

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Ai, me sinto assim ouvindo este (a sonoridade não tem muito a ver com o Butterfly).
Me sinto em uma festa que está sendo coberta pelo Amaury Jr e ele está prestes a vir me entrevistar :aaaa:

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Uma curiosidade sobre esse da Barbra: foi o começo de uma parceria super polêmica dela com o cabeleireiro que virou namorado - Jon Peters.

Basicamente, ela começou a enfiar esse cara em tudo que ela fazia, filmes e etc, pra produzir. Ele produziu esse álbum, inclusive.

Hollywood tinha uma opinião forte dele, achavam que ele era um alpinista social que estava se aproveitando dela pra crescer na indústria e ele não era muito querido, nem pelas revistas de fofoca e nem pelos colegas de trabalho dela.

Vocês podem ler mais sobre esse álbum e o contexto da época nesse site de fãs super legal:

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É o Michael Polansky dela

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Basicamente. Pior que quando ele ganhou poder o suficiente em Hollywood, ele realmente largou dela e seguiu a carreira de produtor kkkk

Ela pelo menos pode dizer que foi a primeira :man_tipping_hand:
Eu vi que algumas capas dos discos dela realmente tinha um boy

Mas não era ele kkkkk

No A Star Is Born eh o companheiro de filme e que aparece na OST também, Kris Kristofferson (que morreu recentemente, inclusive)

E no Guilty é o produtor e compositor do álbum, além de feat dela em 2 faixas, Barry Gibb (do Bee Gees)

Era ela querendo fazer inveja nele, então kkkkk “a fila andou, seu cretino”

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Pior que o body count da Barbra é um dos mais icônicos de Hollywood. Omar Sharif, Ryan O’Neil, Eliott Gould, Pierre Trudeau, James Brolin, possivelmente Warren Beatty…

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Acho que gostei desse álbum já nos primeiros segundos e no decorrer dele fui lembrando de vários artistas da minha biblioteca. O primeiro de imediato foi Radiohead, na fase In Rainbows, talvez pela forma como o baixo e a guitarra se entrosam muito bem aqui, porém, não demorou muito pra que atmosfera instrumental e distorcida me remetesse a artistas mais puxados pro pós-rock e noise rock, como Mogwai e The Joy Formidable (em seus momentos mais rebeldes).

O peso melancólico das letras e vocais chamam atenção, mas o que me dominou e conquistou por inteiro foi a insistência na técnica de slide, tilintar e reverse da guitarra, que me transportou para a minha banda favorita: The Mars Volta.

Faixas como Cronófago, Estuque e A Severa evidenciam o uso dessas técnicas que se espalham por todo o álbum. Provavelmente elas devem ser características do pós-hardcore, mas pra um fã do Omar Rodríguez-López é impossível não ouvir e vincular ao The Mars Volta, principalmente ao Deloused in the Comatorium que é para muitos o melhor deles.

Definitivamente adorei. Já salvei o álbum mais recente deles para ouvir. E aos destaques citados acrescento O Amor E Não Haver Polícia, que é a mais explosiva do álbum.

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álbum maravilhoso, amigo. fico feliz que tenha gostado da indicação

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Imagina se fosse o Guilty que é feito para mulheres 30+

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Ouvi o I Love My Computer pela primeira vez no começo desse ano e lembro que tive sensações mistas, tanto que ouvi mais de uma vez pra me posicionar. Enquanto achava algumas músicas muito boas pela produção bem trabalhada e vocais mais crus, outras achava desagradáveis pela repetição e respeito às estruturas convencionais (prefiro quando as coisas vão pra um caminho mais experimental) e elementos muito agudos e estáveis do techno e EDM.

Acho que o ponto chave desse disco é a produção insana e o clima eufórico e vigoroso quase que onipresente. Os sons aqui parecem que se multiplicam camada por camada criando uma sensação de preenchimento e clonagem muito bacana. No final, porém, me senti um pouco saturado e sem conseguir lembrar exatamente do que aconteceu e sem conseguir prestar atenção nas letras. Mas achei que é um disco muito bom e muito competente.

Favoritas
iPod touch / Fuck my computer
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All at Once
–Na primeira vez que ouvi, também gostei de
Infohazard
CSIRAC

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