Gente? Veja como o diretor artístico de Quanto Mais Vida, Melhor! tenta justificar a ausência de pretos protagonistas

Allan Fiterman, diretor artístico de Quanto Mais Vida, Melhor!, próxima novela das sete da Globo, explicou a ausência de protagonistas na trama que é focada nas histórias de Neném (Vladimir Brichta), Paula (Giovanna Antonelli), Guilherme (Mateus Solano) e Flávia (Valentina Herszage). A novela estreia dia 22.

“Nessa novela a gente busca sempre diversidade e eu busco também no meu trabalho. Acho que temos uma representatividade negra sim em nossa novela, não é o ideal, mas estamos em busca do ideal. Em relação ao nosso elenco, vou falar não só em protagonismo negro, mas em diversidade. A gente tem a Bárbara Cohen, que é uma atriz negra, é a mulher do personagem do Mateus Solano e é a mulher entre os dois protagonistas, ela é o pivô do triângulo amoroso entre o Neném e o Guilherme”.

O diretor destaca ainda que no elenco está o Mateus Abreu, que faz filho da personagem de Bárbara, uma das duas ex-mulheres de Neném, vivida por Michele Machado é negra, além da artriz Mariana Nunes, que faz a Joana, que é uma médica, “um papel que foge dos papéis padrões”.

“Fiz a quarta temporada de Mr. Brown, a gente sabe o que é você tentar ser exemplo de alguma maneira para as pessoas e colocar o protagonismo negro sim. Quando o Mauro Wilson escreveu a doutora Joana, não existia uma questão racial de ela ser uma mulher negra e a gente achou importante essa representatividade. A gente tem Zezé Barbosa maravilhosa, no núcleo de comédia”, disse ele que completa que o núcleo jovem tem atores negros talentosíssimos.

“A gente não está perfeito, mas temos diversidade, temos três mulheres trans, sem apontar isso em nenhum momento. Nany People, A Maia faz a morte, Carol Marra faz uma mulher cis, sem a gente apontar essa questão trans. Temos atores foras do eixo Rio-São Paulo, alguns nordestinos, pessoas que fizeram cinema e teatro e não fazem TV. É a nossa busca por diversidade.”

O autor Mauro Wilson reforça que tiveram a preocupação com a diversidade no elenco: “A gente está avançando. A Bárbara é o nosso quinto protagonista, vai se envolver em vários núcleos. Temos outro protagonismo que é a morte e pensamos em trazer uma mulher trans, que traz uma novidade, uma modernidade. A gente tentou, isso tudo vai melhorar e tem que aumentar mais. Quando você ver a novela, vai perceber que o Allan procurou elenco fora da TV Globo”.

Ele admite q ainda tá longe do ideal, mas q estão avançando, e cita diversos exemplos de diversidade na novela

Oq tem de errado?

gente??? aquela garota não é a filha do mateus solano em peg apega?

O que falta pra ter avanços em uma novela com um monte de protagonistas !?

Boa vontade.

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O nome da novela

é sim

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chocado

era pra ser “A Morte Pode Esperar”

“tamo longe do ideal” POIS ENTÃO CHEGUE AO IDEAL, SEM NOÇÃO

Veria a Pathy de Jesus fácil como uma das protagonistas da novela, mas não, só brancos tá ótimo

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Que cafonice meu Deus.

A anos e anos longe do ideal
O ideal sabe qual é mais continuam dizendo que ta longe

bom sucesso em 2019 tinha muita representatividade, as duas seguintes praticamente foi nula

Tava vendo agora o Instagram da revista Número da Rússia e vcs verem que os negros que são destaques na edição são aclamados, sendo que a esmagadora maioria dos russos são brancos.

Não falta espaço e sim boa vontade.

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sim. ainda usam negros como cota aqui no Brasil, sem intenção de ter uma participação expressiva

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o malabarismo kkkkkkk
não tem justificativa