Guedes quer atrelar fim de impostos das igrejas à aprovação da CPMF

Isenções e novo imposto seriam incluídos no texto da PEC do Pacto Federativo

O ministro da Economia, Paulo Guedes , pretende atrelar a desoneração total das igrejas à aprovação do novo imposto sobre transações financeiras (ITF), considerado a “nova CPMF”. O plano é colocar os dois temas na PEC do Pacto Federativo, que está sendo trabalhada pelo senador Marcio Bittar.

Assim, Guedes conseguiria uma compensação pela perda de arrecadação com contribuições que as igrejas ainda pagam. Na Constituição, instituições religiosas são isentas do pagamento de impostos, mas não de contribuições.

O veto de Bolsonaro tem ainda quase 3 meses para ser votado. Passado esse prazo, pode trancar a pauta de votação no Congresso. O plano de Guedes é que a PEC seja aprovada antes deste prazo, o que tornaria a proposta para alterar o Pacto Federativo a prioridade do governo.

Alguns senadores, contudo, não estão gostando muito da ideia. Pois, se o governo aprovar a CPMF antes da reforma tributária, haveria aumento de carga tributária. Já dentro do Ministério da Economia, isso é visto como um trunfo para enfrentar a contenção fiscal que o país terá de enfrentar a partir de 2021.

Fonte:

Ideia genial

a jogada pra tirar mais dinheiro de quem não tem

meu deus do ceu???

a ideia filha da **** multiplicada

O inicio de um sonho / deu tudo errado

paulo guedes em 2020

Amo

Alguém sabe se CPFM incide sobre TEV e TED?

Não tenho certeza sobre a CPMF antiga, mas essa nova do Guedes sim. Se não me engano, eles nunca apresentaram nada concreto nem deram muitos detalhes, mas sempre saía nas notícias, que fontes falavam que eles pretendiam taxar…

" Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil apontam, entretanto, semelhanças entre a proposta e o antigo “imposto do cheque” - apesar de ressaltarem que a ideia do governo ainda está pouco clara.

Não se sabe, por exemplo, se o imposto incidiria sobre todo e qualquer pagamento feito por meio eletrônico (quando se paga um boleto de água e luz pelo internet banking, por exemplo) ou apenas na compra online de bens e serviços…"

o guedes tá loucão

Tá entre a corda e a espada, por causa do teto

Aff. Ninguém merece.

sim

A CPMF (ou outro imposto disfarçado mas sobre movimentações financeiras) deve ser o principal mote da equipe econômica daqui para frente. Eles precisarão aumentar os impostos de algum lado, chocando os anarcocapitalistas que acham ser possível um país sem carga tributária.

Já que eles nem cogitam o que seria correto e justo - aumentar os impostos sobre os mais ricos no país mais desigual - a CPMF é o prato cheio. Primeiro que é fácil de recolher pelos bancos que já mandam para os cofres públicos, e segundo que por ser um imposto horizontal cobra um pouquinho de todo mundo, do pobre ao rico, evitando maiores reclamações.

A questão é que a CPMF é muito regressiva, afinal os ricos (com as maiores transações financeiras) e os pobres (com a menores) pagariam a mesma alíquota. Sem falar que distorce a economia porque muitas empresas vão fazer como nos anos 90 tentando passar ao largo dos bancos, gerando desintermediação financeira.

Gente. Mas e as empresas que precisam fazer movimentações? Vai cair também sobre elas?

Sim, inclusive sobre pagamentos de salários também.

Total. Deveria ser repensado isso. Agora entendo o quão desigual é esse imposto.

Puts. Me falta argumentos pra isso.

Gente? Por que não taxar apenas ricos e classe média?

Quais as chances disso passar?

todo mundo, o pobre mais uma vez tomando no **