Justiça manda prender patroa que agrediu empregada grávida no Maranhão

Mas, aparentemente, ela não foi encontrada até a data dessa reportagem, e a defesa disse que ela comparecerá voluntariamente à delegacia

Procurada pelo g1, a empresária Carolina Sthela afirmou, por meio de nota, que colabora com as investigações e que apresentará sua versão no momento oportuno. Ela também declarou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, e pediu que não haja “julgamento antecipado” enquanto o caso é apurado.

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Essa filha da puta assumiu por áudio contando como se fosse um triunfo a sessão de tortura que fez na funcionária e ainda vem falar de “julgamento antecipado”? Vagabunda, tomara que seja presa com outras detentas e espancada no mesmo nível que fez com a empregada. Soube deste caso agora pela manhã e fiquei muito revoltado, é nítido que ela armou e jogou o anel no cesto pra espancar a funcionária!