MADONNA: O que acham desse texto sobre ela?

Madonna é milhões de vezes inferior à sua conterrânea Janis Joplin (1943-1970). Dez mil vezes inferior à canadense Diana Krall. Dez mil vezes inferior à compositora e cantora Amy Winehouse. Não chega aos pés de Maria Rita, Bebel Gilberto ou Fernanda Takai, do Pato Fu. O desaparecimento da crítica e da “indústria cultural” permitiram a existência de Madonna. Aliás, não há crítica que consiga enfrentar o poder corruptor da indústria do entretenimento. Madonna tem fãs e não ouvintes. O flanco histérico de sua voz – fino e irritante, mais adequado às torturas praticadas por Bush em Guantánamo – não permite que ela seja ouvida. Fãs assinam contratos de adesão com seus ídolos. A maioria das pessoas não tem vontade autônoma, um conceito jurídico criado para apoiar o laissez faire econômico da Primeira Revolução Industrial – hoje superado. Madonna é, segundo a teoria do direito atual, a onerosidade excessiva concorrente à assinatura de um contrato, que, por isso, pode ser rescindido. Ela é um banco, que cobra juros sobre juros de seus clientes, no cheque especial.

Quando ela apanha sua guitarra, Jimi Hendrix (1942-1970) se revira no túmulo. As letras de suas canções – um gênero já extinto inclusive aqui no Brasil (Zeca Baleiro é uma caricatura do Caetano dos anos 1960-70) – são dolosamente vagas. Exemplo: “I’ve had so many lives/ Since I was a child/ And I realise/ How many times I’ve died/ I’m not that kinda of guy/ Sometimes I feel shy/ I think I can fly/ Closer to the sky” (Tive muitas vidas/ desde menina/ Percebo/ quantas vezes eu morri/ Eu não sou aquele tipo de pessoa/ Às vezes sinto-me tímida/ Penso que posso voar/ Mais próxima do céu”). Lembram-se de “Yer Blues”, dos Beatles? Madonna é a diluição adúltera de tudo.

Sua coreografia imita a do inovador Michael Jackson, de “Thriller”. Seus “versos” constituem-se em frases de efeito: “If you don’t like my attitude, then you can fuck off” (Se você não gosta do que faço, foda-se). Seu engajamento político resume-se, por exemplo, a mandar Sarah Palim, durante a campanha de 2008, “se foder”. Bob Dylan treme. Seu vocabulário tem umas cinqüenta palavras.

Ela é a cantora das academias. É o teatro de revista, sem humor.

Li, em algum lugar, que exigiu oito Audis para se locomover no Rio e em São Paulo. Li, na coluna de Sonia Racy, em O Estado de S. Paulo , que Sticky & Sweet (Melada, de esperma, e Doce) – título de sua turnê – é a maior da “história do rock”, deixando “os shows dos Rolling Stones no chinelo”. Ora, os Stones são os Stones. Redefiniram o próprio rock entre 1968 e 1972, além de brilhantes trabalhos anteriores e posteriores. Madonna é a ostentação pela ostentação, sem qualquer nível artístico. É oca por dentro, com o perdão da redundância.

Ela é o palco sem Mick Jagger ou Maria Rita ou Fernanda Takai. Ela e sua banda usam 69 guitarras ao longo da apresentação. Bastaria um playback . Na verdade, e digo na verdade, Madonna representa o supercapitalismo norte-americano de Richard Nixon, Ronald Reagan, de George Bush, pai e filho, que, elitista e financeiro, sucumbiu numa depressão. Madonna é o destempo. Caetano elogiaria seu show , em virtude de seu enorme sentimento de culpa, que o transformou num patrocinador de idiotas, ao longo de sua carreira.

Texto de Régis Bonvicino, poeta, tradutor, crítico literário e editor brasileiro

@Madgefans
@LittleMonsters
@Fighters
@Lambs
@Swifties

O autor deste texto apresenta uma visão extremamente crítica em relação à cantora Madonna e à sua carreira na música. Ele argumenta que Madonna é inferior a vários outros artistas, incluindo Janis Joplin, Diana Krall, Amy Winehouse, Maria Rita, Bebel Gilberto, e Fernanda Takai, e que sua popularidade é resultado da falta de crítica e da existência da “indústria cultural”. O autor também critica a voz de Madonna, suas letras vagas e seu estilo de coreografia, comparando-a desfavoravelmente a artistas como Jimi Hendrix e os Beatles. Além disso, ele acusa Madonna de ter um vocabulário limitado e de ser representante do “supercapitalismo norte-americano”.

A crítica do autor parece ser extremamente negativa e até mesmo pessoal. Ele usa termos fortes para descrever Madonna, como “oca por dentro” e “superficial”. Além disso, ele faz comparações desfavoráveis com outros artistas que ele considera superiores. No entanto, a crítica carece de argumentos sólidos e objetivos para sustentar suas alegações. O autor não fornece evidências concretas ou exemplos específicos para apoiar suas afirmações, o que enfraquece sua crítica.

Além disso, a crítica parece ser baseada em preferências pessoais e subjetivas em relação à música e à cultura pop, o que é válido como uma opinião individual, mas não como uma análise crítica fundamentada. É importante reconhecer que Madonna é uma das artistas pop mais bem-sucedidas e influentes da história da música, com uma carreira que abrange décadas e um impacto duradouro na cultura popular.

Portanto, a crítica deste texto é altamente polarizada e subjetiva, carecendo de uma análise mais objetiva e equilibrada da carreira e do impacto de Madonna na música e na cultura.

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“O desaparecimento da crítica e da “indústria cultural” permitiram a existência de Madonna. Aliás, não há crítica que consiga enfrentar o poder corruptor da indústria do entretenimento.”

Gente???

Acho engraçado quando usam um megazord de artistas pra tentar bater de frente com ela

Só mostrou o quanto ela é superior

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concordei

Fazer tópico da Cindy não tá rendendo né amg kkkkk

A amargura desse texto, it’s not that serious

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“É importante reconhecer que Madonna é uma das artistas pop mais bem-sucedidas e influentes da história da música, com uma carreira que abrange décadas e um impacto duradouro na cultura popular.”

Aqui é sobre desempenho comercial e popularidade. Não determina talento ou qualidade artística.

Vc pegou esse texto no Chat GPT?

“Seu engajamento político resume-se, por exemplo, a mandar Sarah Palim, durante a campanha de 2008, “se foder”. Bob Dylan treme. Seu vocabulário tem umas cinqüenta palavras.”

Meu Deus

E ainda pegaram artistas de outros gêneros

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nem li amore

mas acho que é a rainha do pop

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“Madonna tem fãs e não ouvintes. O flanco histérico de sua voz – fino e irritante, mais adequado às torturas praticadas por Bush em Guantánamo – não permite que ela seja ouvida”

De fato, a bem-sucedida carreira de Madonna é notável em termos de vendas de discos, turnês de sucesso e uma base de fãs dedicada. No entanto, a influência artística de um artista não se limita apenas a números, e isso é um ponto importante a ser considerado.

A influência cultural e artística de um artista pode ser medida de várias maneiras, incluindo seu impacto na música, na moda, na cultura pop e nas discussões sociais. Madonna, ao longo de sua carreira, desempenhou um papel significativo na quebra de barreiras culturais e na promoção de debates sobre questões como sexualidade e igualdade de gênero. Sua capacidade de se reinventar e se adaptar à evolução da indústria da música é outra faceta de sua influência.

No entanto, é importante notar que a avaliação do impacto artístico e cultural de um artista é subjetiva e pode variar de pessoa para pessoa. Algumas pessoas podem considerar Madonna uma figura influente e artística, enquanto outras podem discordar, e isso é uma parte fundamental da diversidade de opiniões na cultura popular.

“As letras de suas canções são dolosamente vagas. Madonna é a diluição adúltera de tudo.”

“Madonna é a diluição adúltera de tudo”

Depois as pocs reclamam quando eu chamo ela de Plagionna kkkkkk

Na vdd ngm liga amg kkkk mas pode continuar

Isso pode ser dito sobre qualquer artista pop sem excessão.

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Mas as pocs têm a mania de colocar divas pops em pedestais como se fossem o suprassumo da arte

O chat gpt kkkk