Matheus Pires, de "No Limite", está com varíola dos macacos

O caso foi confirmado em seu Instagram; Brasil já tem 142 casos da doença confirmados

O ex participante de “No Limite”, Matheus Pires, está com varíola dos macacos e não participará da final do programa. De acordo com sua equipe de imprensa, ele está estável.

Em comunicado, a equipe afirma que Matheus começou a sentir os sintomas da doença e prontamente foi fazer o exame. Na quarta (06.07), o resultado positivo foi confirmado. “Pedimos a todos que mandem energias positivas para que ele se recupere o quanto antes e possa estar de volta logo”, escreveram.

A equipe ainda afirma que, por causa disso, o ex participante não estará presente na final do programa, que acontece nesta quinta (07.07). “Assim que puder, (ele) vem aqui explicar tudo para vocês”, garantiram.

O que é a varíola dos macacos

Transmitida pelo vírus monkeypox, que pertence ao gênero orthopoxvirus, é considerada uma zoonose viral (o vírus é transmitido aos seres humanos a partir de animais) com sintomas muito semelhantes aos observados em pacientes com varíola, embora seja clinicamente menos grave. O período de incubação da varíola dos macacos é geralmente de seis a 13 dias, mas pode variar de cinco a 21 dias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O contágio se dá a partir de contato com animais ou humanos contaminados. Entre humanos, a transmissão ocorre a partir de contato direto com secreções respiratórias, lesões na pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada, ou a partir do contato com superfície ou objetos recentemente contaminados.

Entre os principais sintomas estão: febre, dor de cabeça, dor nas costas, dores musculares, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão.

Aproximadamente três dias após o contágio, erupções cutâneas no rosto e em todo corpo aparecem no infectado. De acordo com o CDC, Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, as erupções passam por cinco estágios antes de caírem.

De acordo com a Agência Brasil, já existem 142 casos confirmados da doença no País, que não tem tratamento específico, mas quadros clínicos costumam ser leves.

Coitado gente

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@Lancaster