Motta diz a empresários que não dá para segurar fim da escala 6X1

Empresários ouvem de Motta que não dá para segurar fim da escala 6X1 e preparam propostas paliativas

Setor vai pedir a aprovação de quatro medidas para diminuir impactos da redução da jornada de trabalho; saiba quais

BRASÍLIA — Empresários ouviram do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na terça-feira, 5, que não dá mais para segurar o fim da escala 6X1 e que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) será pautada na Casa antes das eleições.

Diante do cenário, o setor vai pedir a aprovação de quatro medidas para diminuir os impactos econômicos da medida:

  • Vincular a redução da jornada de trabalho a acordos coletivos;
  • Estabelecer um período de transição de dez anos;
  • Dar tratamento diferenciado a micro e pequenas empresas;
  • Aumentar o teto do Simples Nacional.

Na terça-feira, a comissão especial da PEC sobre o fim da escala 6X1 na Câmara aprovou um plano de trabalho que estabelece a votação da medida até o dia 27 de maio no plenário da Casa. A proposta é classificada como prioritária para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para Motta.

Uma comitiva de empresários de São Paulo liderada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) viajou a Brasília para fazer uma espécie de “blitz” em gabinetes de deputados e tentar interromper a votação da proposta.

O grupo é contrário a uma redução imediata da jornada de trabalho sem redução de salários e aponta aumento de custo para os negócios e risco de demissões. No mesmo dia, centrais sindicais também foram à Câmara para abordar parlamentares e defender a aprovação da PEC.

Os empresários foram recebidos pelo presidente da Câmara em uma reunião fechada no fim da tarde de terça-feira, no gabinete de Motta. O grupo argumentou que não era contra a redução da jornada de trabalho, mas disse que o tema não deveria ser discutido por meio de uma PEC nem ser pautado em período eleitoral.

“Se perguntar para qualquer um se quer trabalhar menos e ganhar a mesma coisa, todo mundo falaria que sim. A questão é fazer tudo com responsabilidade e com calma”, afirmou a assessora jurídica da Fecomércio-SP, Sarina Manata, ao Estadão. “A redução imediata da jornada de trabalho sem qualquer previsibilidade para o empregador causaria grande impacto econômico, especialmente nas pequenas empresas, que teriam menos condições de absorver isso.”

Motta garantiu que o setor empresarial será ouvido no debate, mas ponderou que a PEC será pautada e não dá mais para segurar a proposta, que tramita desde 2019 na Câmara. Diante da resposta, os empresários começaram a preparar emendas para que deputados apresentem na PEC e tentem reduzir os impactos econômicos da medida.

O grupo empresarial vai defender três alterações diretas no texto e uma quarta proposta (por meio de um projeto de lei complementar) de aumentar o teto do Simples Nacional, o que faria com que mais empresas se encaixassem no regime especial que concede benefícios tributários e diminui o valor de impostos pagos à União.

O setor defende a ampliação do limite de faturamento anual de todas as faixas do Simples: o microempreendedor individual (MEI) de R$ 81 mil para R$ 145 mil, a microempresa (ME) de R$ 360 mil para R$ 870 mil e empresa de pequeno porte (EPP) de R$ 4,8 milhões para R$ 8,695 milhões.

A Câmara avançou com um projeto para aumentar o teto do MEI, mas ainda discute a mudança das outras faixas do Simples. “A micro e a pequena empresa estão pagando mais tributos por conta da defasagem do Simples, então a alteração seria um mecanismo de compensação para as empresas que serão oneradas com o fim da escala 6X1″, afirmou a assessora da Fecomércio-SP.

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KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

E vamos de apavoro nas redes desse vagabundo

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Transição de 10 anos? Kkkkkkkk que piada

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Esse país é um circo, a vida da classe trabalhadora não vale nada, os caras querendo que o povo espere 10 anos

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Nossa, smt demais

Quero escala 3x4

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transição de 1 ano tá ótimo. Dez anos é meu cu.

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Dentro de 10 anos no governo de direita pós lula eles revertem essa decisão e tudo certo

Cusil segue sendo cusil

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10 anos lkkkkkk

pronto amiga arrumei seu post

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que merda, tomara que falhe

a classe trabalhadora do Brasil não vale de nada mesmo infelizmente, eh nascer e morrer trabalhando

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Isso dos 10 anos são os empresários puxando a corda para o lado deles, para tentar no fim conseguir uma transição, qualquer que seja no final

Ou passar as outras propostas, sacrificando a transição e por ai vai..

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Lula eleito se vetar isso de 10 anos

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Eu já estou exausto da 6x1 agora, quase saíndo do trabalho

10 anos? KKKKKKKKKKKKK

Temos que mandar a Malevola dar um apavoro neles!

Juraram muito.

kkkkkk vagabundos

onde tem capitalismo a classe trabalhadora não vale nada.

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