Ramille encarna 1ª vilã em Coração Acelerado: "A bicha é malandra"

Ramille encarna sua primeira vilã em novelas como a Cinara de Coração Acelerado, que a Globo exibe às 19h. Depois de Andrômeda, uma divertida aspirante a cantora em Família é Tudo (2024), e Fernanda, uma jovem feminista em Vale Tudo (2025), a atriz de 27 anos encarna uma alpinista social chantagista na nova trama das sete.

“A Cinara é uma vilãzinha, uma trambiqueira. Ela manipula, articula tudo para acontecer o que ela quer. O sonho dela é mudar de vida e, quem sabe um dia, se tornar uma grande Zilá”, diz a atriz, em referência à empresária rica e mau-caráter vivida por Leandra Leal na história.

Cinara é neta de Aldenora (Virgínia Rosa), uma raizeira do Cerrado. A jovem foi preparada pela avó para ser herdeira da tradição que conhece, mas não tem a menor intenção de sair por aí ajudando ninguém de graça. Por isso, vende caro os chás e garrafadas que sua avó lhe ensina.

Quando criança, Cinara viu Zilá empurrar Jean Carlos (Ricardo Pereira) de uma ribanceira. Crescida, ela usa o fato para chantagear e se infiltrar na vida da vilã, como “coach espiritual”. A intérprete define:

“Ela [Cinara] também tem um caráter bem duvidoso. É uma personagem bem instigante, interessante e misteriosa. A bicha é malandra!”

Ramille

A atriz acredita no potencial da trama com a audiência: “É uma história que você acha que sabe o que vai acontecer, mas daí acontece uma outra coisa, tem outro suspense. E você fica: ‘Meu Deus!’. São muitas pontas soltas, e a gente fica sem saber aonde a história pode ir, porque são tantos lugares”.

“Acho que o público vai ficar instigado a continuar assistindo à novela, e espero que eles se deliciem, assim como a gente fazendo”, disse, em coletiva de imprensa com a presença do NaTelinha.

Coração Acelerado é uma novela criada e escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, com direção artística de Carlos Araújo. Bruna Ferreira assina a produção, e Lucas Zardo, a produção executiva. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim.

Ela não é vilã, é anti-heroína

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