Reality com sogras reforça que BBB deveria investir em pessoas mais velhas

A Netflix estreou nesta segunda-feira (9) seu mais novo reality show nacional: “Ilhados com a Sogra”, uma competição que coloca genros e noras em embate direto com suas sogras, provocando uma série de confusões e situações divertidas.

O colunista Lucas Pasin considera que a atração recém-lançada é um exemplo de como participantes na faixa dos 50 a 70 anos poderiam render em formatos como o BBB (Globo). “Vejo que a participação de pessoas mais velhas em realities traz uma coisa muito boa, que é a pessoa não ter medo do cancelamento. Não está pensando naquela publi de cosméticos depois que for eliminada do programa, ou em ficar famosa e ganhar vários seguidores nas redes sociais”, observou Lucas, no programa Splash Vê TV.

A sinceridade das sogras, para o colunista, é o que faz a diferença nesta nova aposta da Netflix. "Ela [sogra] se entrega [ao jogo], é sincera. Se você pergunta para ela, ‘O que você não gosta no seu genro?’, ela fala. Isso é reality show! Se é uma competição, é para ganhar! "

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Pasin também teceu elogios ao desempenho de Fernanda Souza à frente do reality. “Ela é maravilhosa, espontânea, uma apresentadora que não fica sobrando. O papel do apresentador é ficar meio de lado mesmo, mas a Fernanda consegue colocar a marca dela - e a marca dela são as reações.”

Huck acerta em trazer formato para programa parecido com o SBT

O Domingão com Huck (Globo) deste fim de semana deu o que falar com a presença de João Augusto Liberato e João Guilherme Silva, respectivos filhos de Gugu Liberato e Faustão, no quadro Batalha do Lip Sync.

No Splash Vê TV, Lucas Pasin elogiou a aposta de Luciano Huck. “A Globo está muito focada na memória, nas coisas boas que a gente viveu na TV aberta, deixando de lado aquela competição que, de repente, pode ser prejudicial. O canal está sabendo explorar essas memórias e, nesse contexto dos programas de auditório, acho que está muito legal.”

Concordo demais