Regina Spektor - Home, before and after

E pelas reviews já pisou no Remember Us to Life, espero que se mantenha

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Mais uma surra no Far então

Mal posso esperar. Pelo que ela já lançou desse trabalho me parece melhor que o último álbum.

@Respektor @Alternativxs

Bomba, o trabalho mais fraco até hj

Morto com a versão final de Spacetime Fairytale

Raindrops praticamente a mesma coisa da original

:skull::skull:

Hinooooo

Eu gostei mas acho que em alguns momentos ela pecou muito pelo excesso de ambição, como por exemplo em Spacetine Farytale onde ela tenta criar algo épico e grandioso mas só consegue tornar a experiência de ouvir o álbum em algo chato, também não tinha notado o quão a letra de Loveology é mediana na primeira ouvida, mas de resto o álbum entrega bem o que alguém que conhece a Regina espera, um ponto interessante é Up The Mountain que é a música mais fora da curva da carreira dela.

6.6 kkkkk

The prominent use of programmed beats—an experiment that pays off on the dizzying, feverish “Up the Mountain,” which evokes Post -era Björk and ancient folktales all at once—reflects the former impulse.

@honey. :two_hearts:

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Isso aqui é ofensivo, dá vontade de mander você se fud3r

Coin, One Man’s Prayer e What Might’ve Been as maiorais entre as inéditas. Felizmente Raindrops é a mais fraca do álbum mesmo, nunca engoli que ela apela demais em ser fofinha e não entrega nada demais

Mãeologia,
Paiologia,
Vocêologia,
Euologia,
Amorologia,
Beijologia,
Fiqueologia,
Por favor-ologia.

Vamos estudar, classe. Vamos estudar, classe, sentem-se.

A versão demo sempre será maior

The most important things in life are never taught. “Loveology”, “Stayology”, “Pleaseology”, “I’m-Sorryology”, “Forgive-Meology”, “Kissology” - how to cope in a relationship, “Busology”, “Planeology”, “Trainology” - how to move through your life easily, “Mamaology”, “Papaology” - how to be part of a family, “Meology”, “Youology” - how to develop your own identity and/or what it MEANS to have an identity, and “Porcupineology” and “Antlerology” - discreet metaphors for sex. Using these ‘euphemisms’ for sex may also be a jibe at how the education system balks at the prospect of sex education.

Alternatively, or maybe simultaneously, I can read it as someone trying to apologize to their partner, trying to beseech them to stay with them and forgive them, but the person is too scared or too insecure to let all these feelings out at once so they disguise them in the midst of a stream of miscellaneous babble.

“Open up your textbooks”, “Let’s study class” are saying that the ‘narrator’ is learning about these things through experience

Aí amigo eu entendi tudo isso só achei a letra um pouco cômica, mas nada muito diferente do que ela já tinha apresentado no Far por exemplo