Rolling Stone faz podcast falando sobre como "Blackout" de Britney Spears redefiniu o pop

Em meados dos anos 2000, poucas pessoas eram mais famosas do que Britney Spears. Mas quando ela começou a tropeçar em sua vida pessoal, o preço do fascínio do público foi mais do que apenas algumas piadas desagradáveis ​​tarde da noite. Paparazzi invadiram a casa de Spears e sua família, transformando a cantora em um saco de pancadas de tablóide. Mas quando você é uma princesa do pop que vende platina, o show continua mesmo quando você precisa desesperadamente de um intervalo. No meio da loucura, Spears começou a gravar um álbum que se tornaria sua declaração definitiva, Blackout de 2007.

O último episódio de nosso podcast original da Amazon, os 500 melhores álbuns da Rolling Stone, revisita o Blackout em um momento em que a música de Spears - e o tratamento bruto que ela recebeu do público e da imprensa - está sendo revisitada e repensada de uma forma importante. Colaboradores e amigos - de Teresa LaBarbera, a representante de A&R que foi uma das aliadas mais próximas de Spears, a produtores como Danja e Bloodshy & Avant que criaram sucessos viscerais como “Piece of Me” e “Gimme More” - juntam-se ao escritor sênior da Rolling Stone Brittany Spanos para contar a história de como Spears fez canções clássicas no olho de um furacão. O resultado foi um álbum que representou o dedo médio para os críticos de Spears e estabeleceu um som dark e dançante que influenciou o pop nos anos seguintes.

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@B-Armys

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incrivel como a RS deita demais pra esse disco
as it should

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O melhor album da princesa

Blackout é de fato a Bíblia do pop moderno e n eu sou que digo, é a RS

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E esta continua sendo a melhor review de todas feita sobre o álbum

[…] A resposta é a produção de qualidade desconcertante de Blackout (Sony BMG). O álbum, que acaba de sair no Brasil, pulsa, destrói os próprios limites e experimenta formatos inauditos para a música dançante. É como se uma coletânea do melhor das pistas do ano de 2017 caísse por uma fresta do espaço-tempo. São batidas tão boas que dá vontade de isolá-las do espectro sonoro, dar-lhes corpo físico e emoldurá-las na parede […]

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR79906-6006,00.html

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Os críticos deitam demais pra Bíblia, eu amo

o old

Daqui a pouco vem gente falar que é forçação de novo pq é da Britney

Hinário a frente do tempo que moldou muitos álbuns que vieram depois, amamos

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Bíblia do dance pop

ouvindo

E tem que aceitar que é uma obra prima sem defeitos

Gente eu ouço overheated da Billie e me vem as algumas músicas do blackout na mente

Será que teve alguma Influência?

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Hinário verdadeiramente à frente do seu tempo

Passo mal no maior

amo uma aclamação

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Esse album é muito supremo. Passe males com a mente da lenda em compor e criar essa obra de arte.

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album do milenio

um ótimo podcast pro @heirloom ouvir, a kara dioguardi contando que desde o in the zone a britney sempre tava envolvida em todo o processo de criação… todos os produtores entrevistados, além da teresa labarbera, reforçando que as sessões do blackout eram 100% livres e guiadas pela britney… é essa a cantora mais fabricada da história? kk

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Ele disse isso? Kkk
Ele é fã da Selena, que é uma versão piorada da Britney. Kkkk