Secom distorce tradução da Economist e inventa que revista falou em “matar” Bolsonaro

A Secretaria de Comunicação do governo federal acusou a revista The Economist de “defender a morte de Jair Bolsonaro” em thread publicada no Twitter neste domingo.

No entanto, a reclamação da Secom é baseada numa distorção do artigo da revista inglesa causada por uma tradução ruim feita pelo jornal O Estado de São Paulo.

No texto original, a Economist diz que “a prioridade brasileira mais urgente é tirar Bolsonaro do poder pelo voto” – to vote him out, em inglês.

Para distorcer a revista e defender o governo, de forma estapafúrdia, a Secom pegou um trecho mal traduzido pelo Estadão, onde “vote him out” foi traduzido como “eliminá-lo.

Postei até no fixo da CPI, como pode alguém trabalhar nessa área e precisar de tradutor?

No mínimo era para ter alguém que saiba inglês trabalhando nessa área, para não passar esse tipo de mico.

Ou como falaram fez de propósito.

Bem que podia fazer isso mesmo

1 curtida

Meu Deus
eles fazem isso de propósito

Mas o presidente falou que ia colocar pessoas capacitadas pra gerir cada área do governo

amo que eles tao dando atenção pro texto, ou seja, sentiram demais

O surto

Ia falar que era burrice, mas lendo o tpc, tbm acho que foi de propósito, faz mais sentido com a falta de caráter dessa corja

Se engana quem acha que é burrice. Estadão mais uma vez contribuindo para a escolha muito dificil, rs