nossas ancestrais vivam num ambiente extremamente estressante, onde precisávamos ficar em alerta 24h/dia, revezando, caçando e comendo até bosta se fosse preciso.
o tesão é extintivo, e consequentemente o sexo penetrativo com coito precisava ser rápido para que voltássemos o mais breve possível ao ‘‘modo de alerta’’. 
vivíamos em cavernas, cercados por predadores, o conceito do coito era apenas reprodução e perpetuação da espécie, esse negócio de namorico, pillow talk e performance demorada não fazia sentido nenhum. 
e até hoje herdamos isso. Exemplo clássico:
quando sentimos vontade de ‘‘nem ver a cara’’ do parceiro depois de gozar é um traço genético dessa época: entramos em modo de focar na nossa própria vida e sobrevivência, o parceiro sexual com quem acabei de coitar, agora, é IRRELEVANTE. 