TIME Magazine elege Olivia Rodrigo como Entertainer of the Year + Olivia fala de comparações com Taylor e outras na entrevista

The conversation about ownership often collides with questions about artistic influence. Music critics have identified echoes of Swift, Carly Simon and Alanis Morissette in Rodrigo’s visceral lyrics, and tones reminiscent of Avril Lavigne, Lorde and Paramore in the punky inflections of Sour*’s melodies. She’s been put in prestigious company—but this also means she’s talked about as if she doesn’t stand on her own. Rodrigo knows the latter is impossible to avoid, but wishes it weren’t. “Young women are constantly compared to each other. I’m the ‘new this’ or ‘this woman meets that woman,’ and that can be reductive,” she says. “I’m just Olivia. I’m doing my own thing. It’s meaningful when people recognize that.”

Her idols do. She named Gwen Stefani as the person she’d most like to write a song with. “I’d be honored,” Stefani says. Morissette sees a “solidity” in her. “She has a steadfast care about self-expression. She’s not precious about it, nor does she seem overwhelmed by it all.” And songwriting legend Carole King, whose music Rodrigo discovered through her mother, says she has “a gift of knowing how to tell a story in a song.”

There’s an undeniable satisfaction in watching someone spin a heartbreak into a hit—and Rodrigo is open about how incredible that feels. At the same time, she’s aware that writing revealing lyrics also means inviting questions about the people she addresses in her songs. When I ask her what, if anything, she feels she owes those people, she laughs, her tone shifting. “At the core of it, all my songs are about me and my experiences and my feelings,” she says. She understands the alchemy at work for the listener—how anyone could take her words and apply them to their own life. Naming names would only ruin the effect. “It’s an important lesson in controlling your own narrative too,” she says. People write stories about her that she can’t control. Songwriting is a way of reclaiming her power.

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@Livies a campanha a todo vapor xixas

@Swifties não teve briga cancelem o hate com a doll

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hmmm legal! :heart:

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Kweens

coitado do ano

eu acho q ela tá tentando dissociar ao máximo a imagem dela da taylor

por isso parece que estão “brigadas” mas ela quer é se afastar, pra não soar como uma cópia redutiva (como ela mesma cita no texto)

e sinceramente? acho q tá certa

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Alguém resume que não sou Sasha

Basicamente ela esta triste por ser comparada a Taylor e ser descreditada como artista, mas como cantavam as Spice Girls em Wannabe: “Friendship never ends”, ela e Taylor continuam amigas e nunca ouve briga.

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LENDAS

e teve swiftie jogando hate na coitada, espero que parem

Li e reli e não achei essa parte kkk cadê?

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A discussão sobre domínio colide muitas vezes com questões sobre influência artística. Críticos musicais identificaram ecos de Swift, Carly Simon e Alanis Morissette nas letras viscerais de Rodrigo, e tons remanescentes de Avril Lavigne, Lorde e Paramore nas inflexões punk das melodias do Sour. Ela foi inserida em companhia prestigiada — mas isso também significa que ela falou sobre como se ela não ficasse de pé sozinha. Rodrigo sabe que o último é impossível de se evitar, mas ela gostaria que não fosse. “Mulheres jovens são constantemente comparadas umas às outras. Eu sou a “nova isso” ou a “essa mulher conhece essa mulher”, e isso pode ser redutivo”, diz ela. “Eu sou apenas Olivia. Estou fazendo minhas coisas. É significativo quando as pessoas reconhecem isso.”.

Seus ídolos reconhecem. Ela nomeou Gwen Stefani como a pessoa com a qual ela mais gostaria de escrever uma canção. “Eu ficaria honrada”, diz Stefani. Morissette vê uma “solidez” nela. “Ela tem um cuidado constante com sua autoexpressão. Ela não se importa muito com isso, nem fica sobrecarregada com isso tudo.”. E a lenda da composição Carole King, cuja música Rodrigo descobriu através de sua mãe, diz que ela tem “um dom de saber como contar uma história em uma canção.”.

Há uma satisfação inegável em ver alguém transformar uma desilusão amorosa em um sucesso — e Rodrigo é sincera sobre o quão incrível isso parece. Ao mesmo tempo, ela é consciente que escrever letras reveladoras significa também perguntas convidativas sobre as pessoas que as quais ela se refere em suas canções. Quando eu a pergunto o que, se alguma coisa, ela sente que deve essas pessoas, ela ri, seu tom mudando. “No cerne disso, todas as minhas canções são sobre mim e minhas experiências e meus sentimentos”, diz. Ela entende a alquimia em trabalho para o ouvinte — como alguém poderia pegar suas palavras e aplica-las em sua própria vida. Nomear nomes apenas arruinaria o efeito. “É uma lição importante em controlar sua própria narrativa também”, diz ela. Pessoas escrevem histórias sobre ela as quais ela não pode controlar. Compor é uma maneira de recuperar seu poder.

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