Venda de livros no Brasil aumenta quase 50% no primeiro semestre de 2021

O setor editorial brasileiro vendeu só no primeiro semestre deste ano 28 milhões de livros. Isso representa um aumento de 48,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são parte do 7º Painel do Varejo de Livros no Brasil e foram divulgados pelo Snel, o Sindicato Nacional de Editores de Livros, nesta quarta (11).

Homem com máscara pega livro em estante

Livraria Megafauna, no centro de São Paulo - Karime Xavier / Folhapress

O faturamento do setor nos seis primeiros meses de 2020 foi de R$ 846,2 milhões. Já neste ano, o lucro foi de R$ 1,19 bilhão.

“Desde setembro de 2020, o aumento do consumo de livros vem demonstrando o bom desempenho de esforços comerciais", afirma Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel, em nota. “Enquanto indústria, precisamos nos conscientizar cada vez mais sobre a responsabilidade que temos de fomentar o hábito de leitura.”

Veja imagens da nova livraria Pé de Livro

  1. ![A Pé de Livro é uma livraria dedicada apenas a títulos infantojuvenis. Ela será inaugurada no próximo dia 6, no bairro da Pompéia](https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/07/30/1627682284610475ec7c4a5_1627682284_3x
    A Pé de Livro é uma livraria dedicada apenas a títulos infantojuvenis. Ela será inaugurada no próximo dia 6, no bairro da Pompéia Mathilde Missioneiro/Folhapress/Folhapress

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Além disso, o início do segundo semestre de 2021 se mostra promissor. Entre os dias 21 de junho e 18 de julho —período em que ocorreu o Amazon Prime Day, famoso pelas promoções— houve um aumento de 59,3% de vendas em relação à mesma época do ano passado, e o faturamento saltou de R$ 117,08 milhões para R$ 185,52 milhões.

A tendência, segundo especialistas ouvidos pela pesquisa, é que a venda de livros continue aumentando.

Os números chamam atenção porque, com o começo da quarentena, na virada de março para abril de 2020, o faturamento total do setor editorial chegou a cair pela metade.

Para a realização do Painel do Varejo, os dados são coletados diretamente dos caixas das livrarias, ecommerce e varejistas colaboradores, segundo o Snel. As informações são recebidas eletronicamente em formato de banco de dados. Após o processamento, os dados são enviados online e atualizados semanalmente.
@Literatus

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Pisou

gente? que noticia maravilhosa

meu pc é uma merda

mas me prometeram que literatura estava morta

que bom! espero que parem de fazer essas merdas

obrigado por tudo
acotar
mentirosos
vermelho e branco, sangue azul
aridante
trono de vidro

e outros famosinhos no booktok

Sei como é, o meu tbm é

Eu mesmo comprei vários no início do ano

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meu teclado é em ingles e nao tem acento, que odioo

o brasil precisa urgentemente aderir uma versão mais barata de produzir e comercializar livro tipo os paperback dos eua
dava pra abaixar horrores o preço e aumentar bastante o consumo tendo em vista que tem muita gente com vontade de ler por aqui, mas conseguir comprar um livro de +35 reais é um privilégio

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eu comprei horrores na prime day kkkk aí na book friday comprei só pq to com muita coisa acumulada pra ler
fora os livros da TAG Livros

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tem umas edicoes bem baratinhas, mas infelizmente sao um lixo, tipo principis (vende horrores)

obrigado amazon por democratizar o acesso a leitura

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deviam matar essa versão mais comum que a gente tá acostumado aqui e apostar em hardback x paperback que nem lá fora. o pessoal que só quer ler o livro msm compra o paperback por no max 10 dolares, agora o pessoal que quer um livro bem acabado desembolsa mais por um hardback

submarino tbm

artsy dando nojo
o proprio bolsonaro

magalu tem precos bons tambem

A poc que não gosta de ler dado nojo @anon5529579