Vice-Presidente Hamilton Mourão cogita ir para o PTB e pode ser candidato a governador no Rio de Janeiro

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Após receber sinais de que o presidente Jair Bolsonaro procurará outro companheiro de chapa em sua campanha à reeleição, o vice-presidente Hamilton Mourão começa a planejar seu futuro político, avaliando diferentes cenários.

Além de uma possível candidatura ao Senado, já admitida publicamente, Mourão recentemente começou a cogitar até mesmo concorrer ao governo do Rio de Janeiro.

Atualmente filiado ao PRTB, Mourão tem conversado com diversos partidos para discutir uma possível troca de legenda. Uma dessas conversas ocorreu há algumas semanas, com o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB. No encontro, no Clube Militar, no Rio, Mourão manifestou a intenção de ser candidato ao governo e questionou se o PTB estaria disposto a lhe dar a legenda. Roberto Jefferson viu a ideia com bons olhos e levou a questão para a cúpula do partido, que ainda estuda a possibilidade.

O GLOBO apurou que, embora a relação de Mourão com Bolsonaro não seja das melhores, o fato não é empecilho para que Jefferson, aliado do presidente, abrace a possível candidatura do general.

A avaliação no PTB é que Bolsonaro de fato se afastou de Mourão, mas não teria “nada contra” o vice e nem atuaria para prejudicá-lo.

E que a restrição a Mourão ocorreria por parte dos filhos do presidente.

Pesa, ainda, a boa relação que Roberto Jefferson sempre manteve com o general. O PTB tem, cada vez mais, cultivado uma imagem de partido conservador, e aliados de Roberto Jefferson avaliam que a filiação de Mourão contribuiria com essa linha.

Outra legenda com a qual Mourão já teve conversas foi o Republicanos. O general procurou dirigentes da sigla no Rio Grande do Sul, estado no qual também avalia concorrer, mas como senador. Entretanto, foram apenas conversas iniciais que ainda não chegaram até o presidente do partido, o deputado federal Marcos Pereira (SP).

A permanência no PRTB, embora não descartada, é incerta. A maior ligação de Mourão com o partido era Levy Fidelix, presidente nacional da sigla, que morreu em abril. Após a morte de Fidelix, sua viúva, Aldinea, e seus filhos conversaram com Bolsonaro sobre uma possível filiação, mas a negociação não foi para frente. Uma das exigências do presidente é ter o controle total da sigla.

Em entrevista ao Valor Econômico em abril, dias após a morte de Fidelix, Mourão disse que “a princípio” deveria continuar no partido, mas ressaltou que era preciso aguardar a reestruturação da sigla.

Procurada, a assessoria de imprensa de Mourão negou que ele estude concorrer ao governo do Rio e disse que está sendo avaliada uma candidatura ao Legislativo.

o PSL falindo

só prova que a eleição de 2018 foi um surto coletivo e algo tão comum quanto uma estrela cadente; a cada milhares de anos

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Cara, essa lei que proíbe militar de ocupar cargo político sem abrir mão do cargo militar precisa sair logo, é absurdo isso

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Nao sobra um…

Devia ter articula um golpe igual o Temer, burro

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Kkkkkkkkkkkkk

pior que esse lixo tem chances de ganhar
RJ sendo RJ