Xuxa em 1997: "Eu não sei quanto eu tenho, nem quero saber"

Só achei esse trecho, essa entrevista sumiu da internet. Ela dizia mais coisas como deixava tudo na mão da Marlene e pedia qndo queria algo e que ela gostava assim. Indo meio contra a narrativa de vítima.

ela meio q se põs nessa situação né

é a zelda merda?

nao
eh aquela do gif de roupa vermelha q morre de rir

ela não deixou a marlene em 2002?

Lilian Wittefibe, uma das mais icônicas, popular pelo vídeo rindo, mas iconica por ter humilhado a então ministra da economia do Collor e o confisco da poupança em rede nacional:

sim, o vídeo é de 1997.

Enquanto durou era conveniente pra ela, depois que deixou de ser ela chutou a Marlene, não entendo mt ela agir como se fosse obrigada a algo na época

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exato, é óbvio que ambas viviam de modo tóxico, pq a Marlene se dedica excessivamente a tudo relacionado a Xuxa e a Xuxa não sabia viver a realidade.

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Foi bom elas terem se separado, mas acho que a Xuxa tem tentado reescrever o passado em alguns pontos

Concordo. O doc deixa isso claro, mesmo n sendo a intenção de mostrar isso.

a pergunta fazendo a mulher gaguejar toda eu troh-

meu Deus que entrevistadora horrível, agoniante ver ela tentando formular a frase e finalizando com enfim

Acho que a Xuxa parece meio confusa, muita coisa realmente era abusiva mas ela também permitia né, e só foi se incomodar muitos anos depois

a ministra que fez o plano, n sabia responder kkkk era uma época mto esculhambada, essa ministra dps pegou outro ministro casado numa viagem de trabalho de ambos a NY, o cara se apaixonou e ela nem tchum, dps ela casou com o Chico Anysio que tentou reabelitar a imagem dela colocando ela na escolinha kkkkkkkk ela inclusive saiu do BR e até hj não assume a merda do confisco

“Eu entrei na faculdade de biologia e parei no primeiro ano, quer dizer… no primeiro meses”

realidade, nem se matriculou kkkkkkk

perdidah na personagem

Mas em nenhum momento do documentário ela negou que permitiu esses abusos, só se arrependeu tarde demais

“Indo meio contra a narrativa de vítima.”
gente 1997 pfvr né kkkkkkk