NME — 80/100
A primeira música inédita do astro pop em quatro anos pede paciência, mas oferece uma recompensa que vale a pena – uma faixa com clima house, pronta para a pista de dança, que o leva a direções novas e empolgantes.
Clash — 80/100
Embora a faixa seja mais longa, com cinco minutos, não fiquei desengajado e, na verdade, me surpreendi com o rumo que o ex-integrante de boyband tomou – além de lutar contra a vontade de dançar enquanto a música se solta lentamente em sua construção gradual. Se isso for um indicativo do tom do restante do álbum, eu diria que o risco criativo de Styles ao entrar nesse novo gênero deve funcionar muito bem para ele.
The Independent — 80/100
Apesar dos esforços da indústria em insistir que tudo o que os fãs querem é mais do mesmo, artistas como Chappell Roan, Charli XCX e Rosalía vêm reagindo a isso, lançando músicas que fogem da estrutura ou forma tradicionais e abordam temas que desafiam e questionam. Styles parece decidido a se juntar a eles, já que “Aperture” se estende por cinco minutos e muda e evolui de um jeito que espelha uma daquelas noites intensas – nenhum plano feito, qualquer coisa pode acontecer. É maravilhoso e, talvez mais importante, não soa como se estivesse se esforçando tanto quanto as faixas de Harry’s House – ali, o funk e o soul grandiosos pareciam implorar pela sua aprovação. “Aperture” é sincera sem ser melosa, divertida sem ser irritante. Styles está partindo para outra aventura, a música diz. Venha junto, se quiser.
The Guardian — 80/100
Styles soa maravilhosamente solto e sem pressa no single principal de seu novo álbum, seguindo um caminho ousado que se afasta do restante do pop mainstream atual.