https://x.com/drthalesazevedo/status/2026285304160604323?s=20
https://x.com/DaniloGentili/status/2026292947285676448
https://x.com/MetodoMoreira/status/2026319086947324344?s=20
https://x.com/carrerota/status/2026228895624614066?s=20
Caralho bicho a galera problematizando PLACEBO!!!
populacao não saber é um problema, mas a própria cientistas e os meios estarem contribuindo para o sensacionalismo é um problema maior ainda
mas tirando quem trabalho no meio, ninguém é obrigado saber
pela repercussão que essa pesquisa tá tendo e a população vendo como milagre, nota se que pelo menos o básico sobre isso deveria ser ensinado para a população né
não entendi
e sentindo burro
Pelo o que, o sensacionalismo está fazendo com que a população (incentivado pela pesquisadora), esteja reivindicando que o medicamento seja produzido e introduzido sem passar por todas as fases de testagem necessárias
Gente o tweet do Danilo Gentili é interessante, deem uma olhada, ele explica melhor o contexto que fica perdido no vídeo:
“Não posso defender ou atacar o processo cientifico e não estou aqui pra isso. Mas posso contextualizar esse trecho que parece tirado de contexto. Eu a entrevistei ano passado e sei do contexto pois fiz essa pergunta pra ela. Acontece que a substância deve ser aplicada em pessoas LOGO após a fratura. Se perder o timing da aplicação a substância perde a eficácia. Quanto mais se demora , menor a chance de recuperação de quem recebe o tratamento. Sendo assim, imagine que temos dois pacientes aptos pra receber o teste. Um tomará a substância corretamente e outro tomará o placebo. Ou seja, se a substância realmente for eficaz , um andará e o outro ficará tetraplégico pra sempre. Não tem como aplicar depois nele. A pergunta é um dilema: você teria coragem de ser quem aplica o placebo em quem poderia ter uma chance de andar?”
Oque tá acontecendo ?
Tô muito perdido
exatamente, isso não é ético, mas o que se está falando é que esse é o método científico padrão ouro para comprovar a eficácia de um tratamento, sem isso NÃO tem como saber se a substância realmente funcionou ou se foi um acaso, porque o tipo de lesão que supostamente é tratada com a poliaminina já tem uma taxa de recuperação sem fazer nada, aí como que vai saber se fez efeito ou não? O que estão batendo na tecla é que não dá pra saber ainda a eficácia e que estão alardeando demais algo que não tem ainda como comprovar, ninguém quer que a pesquisa seja abandonada, apenas que se tenha mais cautela antes de prometer qualquer coisa
Pensei numa coisa aquiiiiirrrrrrrr alo doutora tatiana sampaio:
E se testassem em ratinhos tadinhos
nossa que horrorrrrrrrr
eu acho que ela já testou kkkkk a questão é tem uma grande parte de estudos que em animais parecem promissores mas em humanos acabam não dando certo, é realmente muito difícil afirmar a eficácia sem um estudo com controle x placebo
