Gostou? Até o Tufa tá confessando
Não ficou no tom exato mas já fiquei com preguiça de conversar com IA kkkkkkk vai assim mesmo, combinou com o roxo da camisa
Gostou? Até o Tufa tá confessando
Não ficou no tom exato mas já fiquei com preguiça de conversar com IA kkkkkkk vai assim mesmo, combinou com o roxo da camisa
Eu amei, está divinaaaa !!!
Estranhei pq achei que qdo vc trocasse de foto, todo o seu histórico fica com a foto nova, mas lá no outro tópico ainda está a foto anterior, coisa de louco kkkkkkkkkkkkk
Eu tinha um abuso tão grande da Carola e aquele toque de Sherlock Holmes dela, se alguém peidasse ela descobria quem era, que coisinha cansativa

E o que era a otária da Sônia duvidando de qualquer coisa que o Marcos fizesse? O homem passa 179 capítulos dando provas de amor e se ele olhasse pro lado a maluca já suspeitava. Roteiro podre

o thales salmerón também resolveu entrar pro bonde das confessantes
fiz isso enquanto re-escuto o confessions I pra aquecer
Hoje é dia de Madonna! Off topic mas tem outro álbum super gay/maravilhoso que o Stuart Price fez naquela época, e muitos nem conhecem
Esse dele com a Kylie também é ótimo
Sim sim, é mais famoso até porque All the Lovers e Get Outta My Way se tornaram gays anthems kkkkk mas o dos tesourinhas é ainda mais Confessions/70s em vibe. E tem uma bunda na capa, como não amar?
Falando em Madonna
Estava lendo outro dia sobre a “Madonna Brasileira” Regina Rastelli, que fez Bambolê a Barriga de Aluguel…
lembra dela Júlio ??
Sim kkkkkk ela fez Bambolê, não viu essa no Morra? Foi em Barriga de Aluguel que ela hitou como cover da Madonna, era uma das artistas da boate/inferninho junto com o Eri Johnson gay
Lembro, só que em Bambolê ela era morena.
Tem perguntei pq vc viu Barriga mesmo, imagino o surto na época em plena era Immaculate/JML kkkkkkk
Tinha um instrumental genérico que ela dançava que era cópia descarada de Vogue kkkkkkkkkkkkkk e ela fazia voguing mesmo, Glória tava antenada até na última era da Madonna
Terminei Meu Bem, Meu Mal e a experiência foi até positiva.
Tava procurando uma novela fria, noturna, empresarial, meio esquecida, rocambolesca e sem muito a dizer para ver antes de dormir e, pensando nisso, atendeu às minhas expectativas. Recomendo para quem estiver procurando algo do tipo.
Mas já adianto que ela não preza pela coerência, os acontecimentos prevalecem sobre a psicologia dos personagens, que mudam o tempo todo em função do roteiro – talvez porque, segundo a Maria Adelaide Amaral, o Cassiano escrevia os capítulos de segunda, quarta e sexta e ela, os de terça, quinta e sábado, então, muitas vezes, faltava unidade na novela.
Outro incentivo para assistir foi a presença de Silvia Pfeiffer (canastra? sim, mas preenche a tela), Ariclê Perez (que era o auge da elegância) e Lídia Brondi. A personagem da Lídia (Fernanda), ao contrário do que li por aí, até tem um bom tempo de tela, mas a trajetória é bem irregular e vai sendo guiada conforme as necessidades do roteiro, até terminar como par romântico do Cássio Gabus, provavelmente porque os atores já estavam se pegando nos bastidores.
O ápice do grotesco, para mim, é que, em determinado momento, a personagem da Lídia, mesmo sabendo que o pai era agressivo e ameaçava violentar a mãe, defendia que eles reatassem o casamento e brigava com ela por conta disso. O texto e as motivações da personagem chegavam a ser tão surreais que cogitei que a Lídia desistiu de atuar para evitar defender textos como esse. O tal pai abusivo era interpretado pelo Stênio Garcia e dei graças a Deus quando tiveram que sumir com o personagem porque o Stênio estava escalado para O Dono do Mundo.
No mais, além de algumas poucas histórias paralelas e alívios ‘cômicos’ do bem (dona Elza) e do mal (Porfírio), a novela se sustenta praticamente sobre duas histórias: o relacionamento secreto entre Ricardo e Isadora (que nem era para ser como foi, mas a novela precisava aumentar a audiência e inventaram isso como um plot twist lá pelo capítulo 40) e a vingança das vítimas de Isadora contra… a filha dela, Vitória. Acho que haveria uma outra vingança, da Patrícia (outra péssima personagem, essa na conta da Adriana Esteves) contra Ricardo, mas mudaram de ideia, ela se apaixonou por ele e passou a novela toda em função disso.
No fim das contas, cumpriu o que eu esperava de um entretenimento ok, folhetinesco, com viradas absurdas e a função de desligar a cabeça.
Vou seguir agora com O Dono do Mundo
Tava em dúvida entre ela e Dancin’ Days por sdds do Giba, mas como tô vendo Quem Ama Cuida de vez em quando, ficaria enjoado de plot de cadeia
Não seja por isso amigo, ela já sai da cadeia no comecinho kkkkkk e não sofreu absurdos, é outro tom
É só um ponto de partida simples, lembra mais o que o JEC fez com a Flora depois sabe? Começa na cadeia, mas já sai e sofre pra se adaptar na vida real. Na época comparavam bastante com DD, até a guinada inesperada
De todo modo é chique a dobradinha MBMM/ODDM, foi a sequência original em 1991 kkkkkk
mas a flora sai da cadeia na PRIMEIRA CENA da novela gente, nem dá pra dizer que ela ficou presa (no tempo da trama) direito
A escadinha da vulgaridade 90/91
65 Tieta
61 Rainha da Sucata (-4)
50 Meu Bem Meu Mal (-11)
43 O Dono do Mundo (-7)
20 pontos de audiência VAZARAM em um ano, parabéns rede Globo!
ODDM foi a babilônia/mania de você da época mesmo, tipo PARAÍSO TROPICAL 16 ANOS DEPOIS deu o mesmo no arredondado
mas ela volta, não? já peguei um spoiler desses
pior que agora é tarde, amigo. já vi dois capítulos de ODDM e devo ficar preso com o elenco de queridinhos (Fagundes, Malu, Gloria, Fernanda e Nathalia)
e eu ainda vi a Sucateira antes de MBMM
só PSP vai me fazer quebrar a sequência pq não aguento essas novelas regionais do Aguinaldo – só encararia A Indomada e, ainda assim, por motivos pessoais, já que vi que todos odiaram quando passou no Viva kk
reza a lenda que a indomada é barriguda ao extremo…