Ministro Ribeiro Dantas entendeu, em análise preliminar, que a prisão estava suficientemente fundamentada pela suposta participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou a liminar pedida pela defesa de Deolane Bezerra e decidiu manter a prisão preventiva da influenciadora. A decisão é desta quarta-feira (1º).
A defesa de Deolane alegou falta de requisitos para a prisão, ausência de contemporaneidade, possibilidade de medidas alternativas e direito à prisão domiciliar. Contudo, o ministro Ribeiro Dantas entendeu, em análise preliminar, que a prisão estava suficientemente fundamentada pela suposta participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro.
No dia 25 de junho, o Tribunal de Justiça de São Paulo já havia negado um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Deolane contra a prisão preventiva da influenciadora.
No dia 25 de junho, o Tribunal de Justiça de São Paulo já havia negado um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Deolane contra a prisão preventiva da influenciadora.
Em maio, também houve uma decisão liminar do TJ neste sentido, e o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), também já rejeitou um pedido de prisão domiciliar da influenciadora, por considerar que não houve “manifesta ilegalidade” na prisão.
Deolane foi presa preventivamente em 21 de maio em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (saiba mais aqui).
A influenciadora está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado. Ela nega as acusações e afirma que foi presa por exercer a profissão de advogada em um serviço pelo qual recebeu R$ 24 mil de cliente. Além disso, afirma que a “justiça vai ser feita”.