Os gays não se importam mais com música pop. Não sentem falta nenhuma pelo visto.
Essa geração tá completamente satisfeita em ouvir funk mandelão, depreciativo e cheio de “tuim” com pé no submundo. Nem rebolar a bunda rebolam mais. Agora o negócio é colocar o dedo pro alto em forma de arminha e fazer passinho com os braços e ombros. Fiquei muito triste. Em 6h dentro da balada, só tocaram música pop duas vezes (Addison e Charli) e ainda foram remixadas numa pegada mais funk.
Claro que falo isso sendo do interior, lugar com menos acesso a opções variadas de casas noturnas, mas foi uma festa que trouxe dois DJs de SP (uma de funk - produtora das Irmãs de Pau, e outro que prometia hiperpop e funk - ficou devendo). E claro que também to entrando na idade de cacura, faço 30 esse ano, então talvez n esteja conseguindo acompanhar a nova geração..
Pra quem ainda sai, por aí onde vocês moram também é assim? É decepcionante pra vocês também? Acham que isso é culpa da vertente pop que não tem entregado músicas dignas de clube ou é a nova onda da geração atual mesmo?
Que delicia, seria meu sonho. E ainda melhor se fosse pop atual! Sexta teve uma aqui de reggaeton que minha irmã foi e ela disse que um único dj fez um set do gênero e o resto foi tudo funk também
Pois é. Eu sou do interior de SP, vejo vídeos de baladas na capital e a maioria são com funk de fundo ou gente nesses passinhos atuais. A única que eu vejo que sai um pouco da curva é a ZIG
Em São Paulo tbm tem funk mas costuma ter baladas e festas focadas em outros estilos
Isso que acho bom
Uma amiga minha está fazendo faculdade no interior e na cidade ela fala que as festas só rola funk e sertanejo kkkkkkkkkk ela diz que não aguenta mais, então sempre que tem feriado prolongado/férias ela volta pra São Paulo pq tá com saudades de um rolê noturno com musica pop internacional
De fato, no interior é complicado até demais por conta dos eventos restritos que se limitam somente ao público q curte forró, sertanejo, e funk… Por mto tempo achei q não curtisse sair de casa pq odiava estar nos lugares, quando na vdd se tratava exatamente da disponibilidade dos espaços que tinham como opção de lazer na região onde moro. Me lembro de ficar fascinado até pouco tempo atrás, quando saí pra capital pra curtir uma balada q tocava house e electro. Coisa de outro mundo pra mim, ver tanta gente diferente num mesmo lugar, curtindo um som q eu curtia de verdade…