Próxima novela das nove, Avenida Brasil 2 deve marcar o retorno de Roberto Bomfim à Globo. O ator está longe do vídeo desde uma breve participação em Nos Tempos do Imperador (2021). A última trama de que ele participou do primeiro ao último capítulo foi Segundo Sol (2018), de João Emanuel Carneiro --também autor da substituta de Quem Ama Cuida.
Caso a escalação se confirme, Bomfim fará um dos novos moradores do Divino. Ele se envolverá com uma viúva disposta a aproveitar a vida, para desespero da família retrógrada dela.
Roberto Bomfim estreou na TV na década de 1970. Ele marcou presença em êxitos como Gabriela (1975), O Feijão e o Sonho (1976), Maria, Maria (1978) e Cabocla (1979) --na pele de Tobias, peão defendido por Malvino Salvador no remake de 2004. Nos anos 1980, passou pela Manchete. Na sua volta à Globo, atuou no sucesso Tieta (1989).
A galeria de personagens do ator inclui também Deocleciano de Renascer (1993), Pajé em Uga Uga (2000), Edvaldo de O Clone (2001), Salvador em Celebridade (2003) e Jota de América (2005).
Além de Bomfim, ainda não confirmado, Avenida Brasil 2 terá Thomás Aquino, Jéssica Ellen, Thalita Carauta, Ernani Moraes e Drico Alves entre as novidades do elenco --além de Mel Maia, que voltará com um novo personagem depois de ter vivido Rita na infância na história original.
A direção artística caberá a Ricardo Waddington, de volta à Globo exclusivamente para o trabalho. Henrique Sauer responderá pela direção geral.
Novela das 23h tem equipe definida
Thelma Guedes divide o texto de Existe Amor em São Paulo com Márcio Haiduck, Isabela Aquino, Renata Corrêa e Maria Clara Mattos. A pesquisa é de Luciane Reis.
A novela, com direção artística de Natalia Grimberg, marca a retomada do horário das onze --informação antecipada pela coluna e confirmada por Daniel Castro, publisher do Notícias da TV.
Em alta
O SBT Cidades caminha para ser a aposta mais certeira dos fins de tarde do SBT nos últimos dois anos. O programa vai contra o modelo adotado pelas concorrentes no mesmo horário, buscando uma linguagem próxima aos dos jornais locais da Globo, que o apresentador Rodrigo Bocardi conhece bem.
Em baixa
A seleção de repertório do Estrelas da Casa deixa a desejar --como todo o reality, aliás. Canções ótimas, como Tropicana, de Alceu Valença, e Lilás, de Djavan, não dialogam com os perfis dos grupos de pop e pagode. Além disso, os hits em questão, e outros selecionados para os shows, já foram explorados à exaustão em atrações do gênero.