GRAVE: Universal Music Group recebe oferta bilionária de compra por apoiador de Donald Trump

A Pershing Square Capital, liderada pelo investidor Bill Ackman, propôs a compra da Universal Music Group (UMG) por cerca de € 55 bilhões por meio de uma fusão com uma empresa de propósito específico (SPAC). O principal objetivo da manobra é transferir a listagem da UMG de Amsterdã para a Bolsa de Nova York. A oferta, que avalia as ações em € 30,40 cada, fez os papéis da UMG subirem 11%, ajudando a reverter parte da queda de 30% sofrida recentemente devido aos temores do mercado em relação ao impacto da inteligência artificial na indústria musical.

Ackman argumenta que a Universal, atualmente a maior gravadora do mundo, sofre com uma desvalorização que não reflete o desempenho real de seus negócios. Ele atribui essa queda a problemas solucionáveis, como a ausência de um plano claro de alocação de capital, a má avaliação da participação que a UMG possui no Spotify e as incertezas em torno dos 18% da empresa que pertencem ao Grupo Bolloré. Pela proposta, os atuais acionistas receberiam uma combinação de dinheiro (totalizando € 9,4 bilhões) e ações da nova companhia.

A investida acontece paralelamente aos esforços de Ackman para lançar o IPO da Pershing Square USA, com o qual ele espera levantar até US$ 10 bilhões. Até o momento, a Universal e seus maiores acionistas (que incluem o Grupo Bolloré, a gigante chinesa Tencent e a Vivendi) não se pronunciaram oficialmente sobre a oferta.

Em um contexto político mais amplo, a tentativa de Ackman de transferir a Universal para os EUA reflete o mesmo ímpeto de consolidação de mercado e repatriação de capital que moveu as especulações de fusão entre gigantes da mídia, como os recentes diálogos envolvendo a Warner Bros. Discovery e a Paramount. A figura de Donald Trump atua como um fator de influência crucial em ambos os cenários, servindo como um “termômetro” para o ambiente de negócios. A perspectiva de políticas econômicas alinhadas à sua agenda sugere um cenário de forte desregulamentação e afrouxamento das regras antitruste (atualmente tratadas com rigor pela Comissão Federal de Comércio, a FTC, sob a administração democrata).

Para Bill Ackman — que inclusive declarou apoio político a Trump —, um governo mais favorável ao livre mercado facilitaria a aprovação de manobras bilionárias via SPACs. Da mesma forma, esse ambiente menos intervencionista é o que os conglomerados de mídia (como Warner e Paramount) precisam para conseguir aprovar megafusões e sobreviver à guerra do streaming, sem que o governo federal bloqueie as negociações alegando formação de monopólio. Por outro lado, críticos alertam que essa desregulamentação agressiva facilita a formação de monopólios que sufocam a concorrência. Uma concentração excessiva de poder levanta preocupações imediatas sobre demissões em massa, aumento de custos para o consumidor e o enfraquecimento severo das proteções trabalhistas para artistas e criadores independentes.

https://www.ft.com/content/3322139e-5df5-4a4a-a6d2-ec42ca6a3c4b

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muitos hits cantados por loira serão lançados nessa gravadora então

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eles querem controlar todos os meios de produção cultural

e eles tem dinheiro o suficiente pra convencer qualquer bancada de acionistas

é o fim msm

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Vai Gaga, sai da Interscope e vira independente

90% da industria nas mãos deles

Ixe hein

a censura conservadora vindo aí