Em 10 de setembro de 2025, Charlie Kirk, um ativista político norte-americano de direita, autor e personalidade da mídia, foi assassinado por disparo de arma de fogo enquanto discursava para uma audiência na Universidade do Vale de Utah (UVU), em Orem, Utah, Estados Unidos. O evento marcava a primeira parada de uma série de palestras planejada pela Turning Point USA (TPUSA), organização conservadora que ele cofundou.
Após o tiroteio, duas pessoas chegaram a ser detidas, mas foram liberadas após a polícia concluir que não tinham relação com o caso. O homem identificado pelas autoridades como suspeito é Tyler James Robinson, ele foi preso posteriormente e formalmente acusado de homicídio qualificado.
O assassinato gerou amplas reações de figuras públicas nos Estados Unidos. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que as bandeiras em todo o país fossem colocadas a meia-haste por quatro dias.
Ademais, sua morte também gerou um gigantesco impacto massivo nas redes socias. Surgiu uma tendência de criar e espalhar IA-gerada “Kirkificado” imagens de memes colando a semelhança de Kirk nos rostos de figuras da cultura popular ou pessoas aleatórias. Jornalista Kieran Press-Reynolds‚escrevendo para QG, chamou esse fenômeno de “kirkslop”, definindo-o como “uma reação ou reação negativa à maneira como alguns conservadores tentaram elevar Kirk a uma espécie de herói popular após seu assassinato”, descrevendo-o ainda como “crueldade por cliques e engajamento” e uma “corrida armamentista nuclear isca de ódio”.
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