Inflação fica em 0,16% em Junho, pressionado pela conta de energia elétrica, mas com queda nos preços dos alimentos

IPCA: Inflação desacelera para 0,16% em junho com queda dos alimentos; conta de luz segue pressionando

Habitação teve a maior alta de preços em junho e liderou a pressão sobre a inflação. Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 4,64%, abaixo dos 4,72% até maio.

Veja o resultado dos grupos do IPCA

  • Alimentação e bebidas: -0,24%;
  • Habitação: 0,63%;
  • Artigos de residência: 0,23%;
  • Vestuário: 0,17%;
  • Transportes: 0,17%;
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,23%;
  • Despesas pessoais: 0,25%;
  • Educação: -0,02%;
  • Comunicação: 0,19%.

Alimentos ficam mais baratos

Após subir 1,33% em maio, o grupo Alimentação e Bebidas registrou queda de 0,24% em junho, ajudando a reduzir a inflação do mês.

Os alimentos consumidos em casa ficaram 0,39% mais baratos em junho, puxados principalmente pela queda nos preços de:

  • :hot_beverage: Café moído: -3,72%
  • :red_apple: Frutas: -1,58%
  • :cut_of_meat: Carnes: -0,64%

Por outro lado, alguns produtos ficaram mais caros:

  • :beans: Feijão-carioca: +8,31%
  • :potato: Batata-inglesa: +3,57%

O grupo de Transportes teve alta de 0,17% em junho. O principal aumento veio das passagens aéreas, que subiram 7,12%. Em compensação, os combustíveis ficaram mais baratos no mês:

  • Etanol: -3,09%
  • Óleo diesel: -1,19%
  • Gás veicular: -0,19%
  • Gasolina: -0,12%
1 curtida

só noticia as boas do governo

agora só falta usar isso a seu favor

uau

Na próxima aumenta com os combustíveis

Sempre nesse gangorra

0,16%

lula eleito no primeiro turno

quero gasolina abaixo dos 5 reais, Lula

Inflação fecha primeiro semestre com maior taxa desde 2022 no Brasil

  • Com guerra no Irã e oferta menor de produtos, IPCA acumula alta de 3,36% sob pressão de alimentos
  • Variação havia sido de 5,49% no período de janeiro a junho de 2022

Inflação no 1º Semestre

2020: 0,1%
2021: 3,77%
2022: 5,49%

2023: 2,87%
2024: 2,48%
2025: 2,99%
2026: 3,36%

Inflação de junho reforça argumentos para corte de juros, mas não deve mudar planos do BC, dizem analistas

  • Preços ao consumidor subiram apenas 0,16% em relação a maio, o ritmo mensal mais lento desde outubro
  • Economistas precificam cada vez mais outro corte de 25 pontos-base na Selic na reunião de agosto