No dia 9 de julho de 1997, um Fokker 100 que fazia rota diária entre Vitória e São Paulo, com escala em São José dos Campos sofreu uma repentina explosão entre os assentos 18 e 20, o que abriu em sua fuselagem um buraco de quatro metros quadrados e arremessou o engenheiro Fernando Caldeira de Moura Campos para fora do avião. O passageiro despencou de uma altura de 2 400 metros, a uma velocidade de 160 metros por segundo, criando uma falha de 1 metro de diâmetro no solo, em uma plantação de mandioca na cidade de Suzano, onde foi encontrado. Segundo o laudo cadavérico emitido pelo IML, apesar da explosão é muito provável que Fernando tenha chegado vivo e lúcido ao chão.[63][64] Dias depois, a Polícia Federal indiciou o professor desempregado Leonardo Teodoro de Castro, que também viajava na aeronave, como autor da explosão. Leonardo porém não pôde ser julgado pelo ocorrido, pois dias após a explosão foi atropelado por um ônibus e se encontra em estado vegetativo.[65]
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