Os analistas consultados pelo Banco Central argentino estimam que o PIB tenha caído cerca de 1% no terceiro trimestre em relação ao trimestre anterior. Caso confirmado, será o segundo trimestre consecutivo de retração, caracterizando uma recessão técnica. O dado oficial será divulgado em dezembro.
A piora do cenário levou economistas a reduzirem a projeção de crescimento para 2026, de 3,5% para 1,5%. Embora a inflação tenha caído sob o governo Milei, a economia ainda enfrenta dificuldades para transformar essa estabilização em crescimento sustentável e geração de empregos.
Argentina caminha para recessão, em revés para Javier Milei | VEJA