Um homem de 24 anos foi o primeiro condenado após o endurecimento da lei anti-LGBT no Senegal. Um tribunal de justiça de Dakar, capital do país, o condenou a seis anos de prisão e multa de cerca de R$ 15 mil por “atos contra a natureza e atentado ao pudor”.
O novo quadro legal do país aumentou a pena máxima para atos homossexuais de cinco para dez anos de prisão. Além disso introduziu punição entre três e sete anos para o que a lei define como “promoção” ou “financiamento” da homossexualidade.
O chefe de direitos humanos da ONU, Volker Turk já demonstrou preocupação com o endurecimento da legislação do país africano. Mas o movimento também está sendo observado em outros países do continente, como Gana que planeja reintroduzir um projeto de lei anti-homossexual.
Fico imaginando como eram as sociedades pré colonialismo africanas em relação a isso, porque não é possível que eles tenham sucumbido tanto à religiosidade assim…
As nações africanas ou voltadas à religiosidade extrema ou ao militarismo. Muito triste…
Um amigo meu tem um filho trans que foi morar na Nigéria e tem que andar com seguranças lá…
Isso me desanima visitar alguns lugares, e olha que já morei na África do Sul…