Geneticistas e arqueólogos do Trinity College, em Dublin, na Irlanda, uniram forças para analisar o material genético presente em diversas tumbas do período neolítico. A partir dos genomas, descobriram uma possível prática incestuosa entre os membros da elite irlandesa da época.
Datadas de 5 mil anos atrás, as tumbas analisadas continham DNAs de diversos indivíduos influentes da época. Um deles, um homem encontrado em Newgrange, apresentava evidencias de consanguinidade.
Segundo Lara Cassidy, geneticista e principal autora do estudo, as análises confirmaram que os pais do individuo “eram parentes de primeiro grau”. Para os cientistas, a nova pesquisa representa uma descoberta inesperada e sem quaisquer precedentes.