Não falo nem no sentido de sucesso, mas no quesito artístico aqui
Na Interscope ela era tratada como uma flopada qualquer, tinha que passar por todos os processos de uma cantora pop moderna de fazer acampamento de compositores que não ligavam pra ela pq ela já estava além do seu prime de hits
E com isso tivemos o MDNA, Rebel Heart e Madame X serem do jeito que são
Até ela reclamou disso, eu nem me lembrava dessa história antes de ver a review da pitchfork.
E na Warner o tratamento é outro. Eles têm respeito por ela e a história dela, e tudo que ela construiu pra eles, mesmo com as brigas dos anos 2000. Foram a casa dela por muitos anos. E agora provavelmente tiveram um papel crucial em colocá-la de volta nos eixos tanto na imagem pública quanto na execução de todo esse trabalho.
Na Interscope ela não era a que mais vendia kkkk ela saiu da Warner depois do Hard Candy e na Interscope lançou MDNA, Rebel Heart e Madame X. Os três tiveram desempenhos críticos e comerciais bem pífios pros padrões dela, e não eram nada demais comparados aos grandes artistas da gravadora na época tipo Lady Gaga e outras estrelas pop. Ela realmente virou só mais uma lá.
Na Warner sim ela fazia o que queria. Na época da Maverick, pelo menos..depois sei lá o que aconteceu com a carreira dela. Nos anos 2000 a Warner pirraçou ela de várias maneiras, lançando compilação que ela n queria, lançando single que ela n queria, não deixando ela lançar o single que queria do álbum, enfim
não sei até onde entra a gravadora e onde entra o artista nessas decisões, mas conhecendo a madonna, duvido que ela ficou tão passiva assim na interscope, a verdade é que ela quer justificar os anos de baixa, mas duvido e muito que os 3 álbuns tenham sido apenas decisões da gravadora. A Billie e a Gaga são da interscope e com elas nunca aconteceu isso de acampamento, e as duas tem vendas muito menores que a madonna tanto em álbuns quanto em tour
Supostamente o contrato dela era 360. O que é muito estranho. Só artistas novatos entram nisso e logo caem fora. A gravadora fica com dinheiro de tudo, publicidades, tour e ainda tem o controle criativo…
Discordo em partes. Imagina achar que a Madonna, que desde o Like a Prayer teve total controle de sua carreira, do que iria lançar, de com quem trabalhar, de qual single escolher, de como idealizar seus clipes, não foi completamente conveniente com a sequência de álbuns ruins que ela lançou.
Na Warner, já com o Hard Candy, ela mostrava o perigo do caminho que ela queria percorrer ao surfar no que tava em alta lançando um projeto fraco.
O que diferencia o momento atual dos projetos nos anos 2010 é que ela, entre o último lançado em 2019 para o Confessions II, teve mais tempo para processar que para uma artista que entregou projetos decentes por muito tempo, estava jogando um legado fora nessa vontade de manter trazendo hits e sendo midiaticamente o centro. Por mais que ela seja uma figura que bata de frente contra o etarismo, aqui infelizmente aprendeu que precisa ceder. Não dá pra lançar hit sempre ou achar que fará o appeal das gerações de ouvintes atuais. Ela, inclusive agora, lançando um álbum bom que destoa em alguns sentidos da indústria atual, soa mais interessante e atrativa a novos públicos do que indo chamar o Maluma para tentar smash hit Latino porque um ano antes a indústria tinha lançado uma Despacito. Ela acordou e precisava.
Sim, muito do que aconteceu foi por conivência total dela e falta de visão dela na década passada. A gravadora poderia até podar, mas não acredito muito nessa ideia de que ela estava totalmente presa lá dentro
Eu discordo completamente. A Warner inclusive barrava algumas decisões da Madonna, tipo a inclusão dos pet shop boys no confessions. Na Interscope ela atirava pra todos os lados seguindo as tendencias e produtores do momento, além do foco excessivo em tours.
Acho tbm q foi virada de chave nela mesmo após esses 7 anos sem álbum. Até a divulgação me pareceu genuína, sabe ? Tirando o feat com a Sabrina, o resto n me soou como mero desespero pra hitar, mas sim a vontade de promover um trabalho novo q representa ela como artista.