Clássicos do Globoplay — Selva de Pedra (1972)

Achei que até alguns cenários são os mesmos kkkkkkk fique de olho na república da Alexia Dechamps, me é a cara do ap da Joyce

E também adorei a estética 94/95, novela bem moderna e mais atual que A Próxima Vítima vendo hoje. Acho a imagem muito boa também, não é Projac mas também não soa mofadérrima como Mulheres de Areia, A Viagem, Quatro por Quatro por ser nos estúdios da Tycoon

Eu não acho a Licia muito Maneco também viu, ela tem um ritmo de aprofundamento do íntimo dos personagens muito maior, parece até uma psi escrevendo novela. Maneco privilegia mais o folhetim, mesmo Por Amor com uma história tão psicológica não abandona a dramaturgia clássica, com várias catarses. A Lícia é full intimidade, A Vida da Gente é bem anti-novela

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E era isso que segurava o sucesso dela kkkkkkkk faltava um pouco de folhetim e diminuir a obsessão por psicologia literal

Até quando foi fazer uma Mulheres de Areia 2.0 ela carregou nas tintas psicológicas, acho fofo que ela se mantinha fiel ao que gostava de fazer mas era até burro no sentido comercial. ULAS seria melhor digerida se fosse o clichezão de gêmeos trocados, mesmo com as nuances intimistas de sempre

Foi uma das novelas em que mais me senti isolado assistindo, morro kkkkkkkk os fãs do Giba na TL era 80% apenas perguntando coisas sobre, pois não tinham assistido

Uga Uga, Pecado Capital (e Vira Lata agora) tinham mais gente por dentro da história/interessadas no assunto kkkkkk Suave Veneno era tipo PM também, outra que ficou perdida no limbo das sem reprise no Viva

No fim os fãs do Maneco dormem em Pátria Minha e os da Glória dormem em Pecado Capital, são novelas que a maioria adoraria se conhecesse

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!
Tô com depressão pela ausência de público sou leonino, só gosto de sucessos

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@juliohamm Nossa, lembrei o que eu ia falar com você: única parte chata de O Bem-Amado é o Zélão das asas, nossa, super dispensável kk e olha que amo o trabalho do Milton Gonçalves.

Off?

Resumo

O que é o Paulo Gracindo Jr nessa novela? Meu Deus. As roupas apertadinhas, as veias saltando nos braços…:mouth:

Outra coisa: o que acontece a partir do cap. 110 que em algumas cenas, a voz some? O instrumental fica rolando e nada de ouvir os personagens ou isso quando não fica totalmente no mudo. Foi a censura?

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e na minha TL O Dono do Zu é bem querida kkkkkkk não veria a íntegra, acho mais perda de tempo ainda

é que assim, eu nunca vi muitos clássicos. Não me interesso por roque santeiro (preguicinha do regionalismo em qualquer uma quase, só gostava de tieta no vpvn por causa da trilha e do elenco)

então tá explicado eu gostar de duas caras sou geminiano

se vc não viu muitos clássicos eu tô fudido e mal pago kkk
agora que vou fechar minha décima novela de horário regular com vale tudo 88

muitos eu vi pelo Viva, seria só rewatch (A Gata Comeu, MDA, RDS, Água, Vale, Cambalacho, etc)
mas algumas nem por lá (Roque Santeiro, Vamp, Guerra dos Sexos, OSDP, Roda de Fogo, Fera Ferida, etc)

mas a maioria dos sucessos pós 90 eu já conheço / assisti, algumas só não na íntegra tipo DCDP

Os virais não virão, mas quem assistiu adorou!

Mentira, poste as nudes do Cúbio no motel com a Ferraz que vai bombar por lá

Também não ligava pro Zelão kkkkkkk muito chato e dizem que essa trama do moço que voa foi melhor em Saramandaia

Foi a censura sim, começaram a censurar os diálogos e o diretor achou melhor isso que picotar cenas e deixar o entendimento esdrúxulo. Tempos sombrios, e as novelas das 22h eram as mais perseguidas

1996? Ano oficial do Chico César

O Rei do Gado:

Vira Lata:

diva a frente do seu tempo que achava um absurdo uma mulher ficar louca por causa de homem, fora que o Avancini a fazia chegar à exaustão com as cenas de loucura da Fernanda.

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Ela hablou muito durante a carreira e sobre Selva não estava errada, já provei a novela e é realmente difícil kkkkkk

Mas que bom que na bolha tá todo mundo amando, muitos encantados com o extremo mofo e se empolgando a maratonar. O tombo vem? Talvez, mas é sempre bom variar o cardápio com as antigonas

E essa versão da novela é a única passável, o remake tem mais defeitos ainda kkkkkkk a atualização piorou o texto e teve muito mais canastradas (e miscasts)

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Regina Duarte conta bastidores do fenômeno de audiência ‘Selva de Pedra’, que chega ao Globoplay 54 anos após estreia

Mais de 50 anos depois do “sha-la-la” de “Rock and Roll Lullaby“, sucesso de B.J. Thomas (1942-2021) que estourou em 1972, é a vez de outro grande símbolo daquele ano voltar à tela: no próximo dia 29 de junho, a versão original de “Selva de Pedra” (1972) chega ao catálogo do Globoplay. A novela é uma das mais simbólicas da história da TV brasileira — não por acaso, foi responsável por um feito histórico: deu 100% de audiência ainda em 1972. Regina Duarte estrela a trama, que volta ao ar no aplicativo 54 anos depois.

“Vejo com curiosidade essa reprise. Acho importante a reexibição para avaliar a qualidade do que fazíamos. Uma qualidade que acredito que a gente deva continuar almejando hoje, porque isso é algo atemporal. Claro que a televisão mudou, a forma de produzir mudou, o ritmo das narrativas mudou, mas a necessidade de verdade emocional para uma história ser bem contada continua sendo a mesma. E essa novela mostrava isso”.

“Selva de Pedra” foi a 14ª novela de Regina Duarte e, segundo a atriz declarou à revista Fatos e Fotos, em janeiro de 1973, foi “a melhor de todas”. Inclusive, em 1986, a trama ganhou um remake. “Acho bonito quando uma obra atravessa tantas décadas e ainda desperta interesse. Isso mostra que ela conseguiu tocar algo essencial no ser humano. E, para mim, como atriz, também é uma oportunidade de reencontrar uma Regina muito jovem, descobrindo a profissão e sem imaginar a dimensão que aquele trabalho teria na minha vida”.

O público gostaria que Selva de Pedra fosse eterna. Que seus personagens não fossem substituídos por outros” — Tarlis Batista, em Fatos e Fotos (janeiro de 1973)

Regina Duarte e Francisco Cuoco em “Selva de Pedra” (Foto: Divulgação/Globo)

Hildegard Angel e Regina Duarte em cena de “Selva de Pedra” (1972) (Foto: Reprodução/TV Globo)

A novela ‘Selva de Pedra’ tratava da ascensão social e da ambição numa cidade grande. Regina aponta o que havia de mais moderno na trama para aquele Brasil de 1972.

“Havia, justamente a coragem de olhar para o Brasil que estava se transformando. A novela falava de ambição, da vontade de vencer na vida, mas também do preço que muitas pessoas estavam dispostas a pagar por isso. Mas antes de tudo, havia o prazer das pessoas em acompanhar uma história de amor. Isso é a primeira coisa que uma novela precisa ter: uma bela história de amor. E os personagens eram mais complexos. Não existia aquela divisão tão simples entre mocinhos e vilões, havia muita humanidade exposta. As pessoas tinham contradições, desejos, fragilidades e escolhas difíceis. Isso trouxe uma verdade muito grande para a narrativa”.

Acho que a modernidade de ‘Selva de Pedra’ estava justamente nessa capacidade de retratar os comportamentos humanos. Por isso a novela atravessou tantas décadas. O cenário muda, o tempo muda, mas os conflitos ligados ao poder, ao amor, ao dinheiro e à busca por reconhecimento, continuam fazendo parte da vida de todos nós – Regina Duarte

Me identifiquei tanto com os problemas da personagem Simone que nem dormia mais. Quando o drama aumentou, meu sistema nervoso não aguentou” — Regina Duarte, em “Fatos e Fotos”, outubro de 1972

Segundo a autora da trama, Janete Clair(1925-1983), em entrevista à Fatos e Fotos, em janeiro de 1973, Simone era “a mais apaixonante das personagens da novela. Ela é parecida com um monte de gente boa que conheço e considero o tipo ideal de mulher. Sofreu e quase morreu por amor, transformando-se numa Julieta moderna. A princípio lutou contra si mesma, entre a arte e a paixão, acabou deixando-se vencer por Cristiano”.

Francisco Cuoco e Regina Duarte foram os protagonistas (Foto: Reprodução)

Para Regina, numa entrevista à Fatos e Fotos:

“Simone é um personagem muito rico. É a síntese de várias mulheres. Por isso não temos nada a ver. Nos identificamos em algumas situações ou pequenas características de personalidade, mas não na totalidade (…). Sinto que o público vive junto com a Simone”.

Não foi só Janete Clair quem elogiou o trabalho de Regina: a crítica especializada também a reconheceu, concedendo-lhe o Troféu Imprensa daquele ano. Dali pra frente, utros trabalhos com Regina e Janete aconteceram, como “Sétimo Sentido” (1982). “O texto Janete Clair era brilhante. Ela se tornou uma grande amiga”. Olhando para si própria, hoje com quase 80, àquela menina de 1972, Regina daria apenas um conselho a ela própria: “Segue sempre a sua intuição. É pra frente que se anda. E você vai viver muito mais do que imaginou através das suas personagens”.

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Fun fact: Dia desses eu estava vendo mais um desses filmes da old Hollywood, o da vez era Sindicato de Ladrões (1954), clássico com Marlon Brando, até que DE REPENTE! Eu me pego ouvindo a trilha sonora de Escrava Isaura 1976

Como eu já comentei uma vez aqui, a Globo nos anos 70 plagiava muita trilha de cinema (e isso é o que faz os instrumentais dessa década serem extremamente superiores aos dos anos 80/90, que eram horríveis) acho que deve ter começado a dar problema com direito autoral e pararam

Quem já tiver visto Escrava da Globo vai reconhecer de cara essa melodia aqui, que inclusive, chegou a tocar até em Que Rei Sou Eu?

Não supero, culio

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li q será a versão resumida de uma reprise da década de 70… Alguém vai tentar ver a história aqui? Tenho receio já que estou engatinhando no preto em branco de anjo mau (e eu nem acho a história ruim, mas p&t me pega um pouco)…