Entre sorrisos e confissões, Suzane Von Richthofen conta tudo sobre o assassinato dos pais em documentário da Netflix

Suzane von Richthofen decidiu contar publicamente sua versão de um dos crimes mais chocantes do país, em um documentário inédito com cerca de duas horas de duração. Ela relatou o que aconteceu no fatídico dia dos assassinatos dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, e como era a rotina familiar. Suzane ainda citou a relação conturbada com o pai, que teria escalado para agressão física.

Suzane foi condenada a 39 anos de prisão, pena atualmente cumprida em regime aberto. Agora, quase 20 anos após o crime, ela reconstruiu a linha temporal do caso. Conforme a coluna True Crime, de Ulisses Campbell, do jornal O Globo, o longa foi disponibilizado pela Netflix em uma pré-estreia restrita. Com título provisório “Suzane vai falar”, a produção ainda não há data oficial de lançamento.

O relato de Suzane começa por sua infância e a casa onde cresceu em São Paulo, descrita como um lar sem afeto, marcado por cobranças constantes e “silêncio emocional”

"Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não tinha demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles.

Minha vida era brincar com o meu irmão", afirmou ela, acrescentando que Manfred era ainda mais distante. “Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia, ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando”, detalhou.

Segundo a ex-detenta, a rotina familiar era atravessada por conflitos e violência doméstica.

"O relacionamento dos meus pais era muito ruim.

Eu era criança. Meus pais botavam a gente pra dormir muito cedo. Ouvi uma discussão e desci pra ver o que era. Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível", recordou.

Suzane destacou que não havia diálogo dentro de sua casa, principalmente sobre assuntos íntimos.

"Eu nunca conversei sobre sexo com a minha mãe.

Nenhuma vez. Zero. Eu e meu irmão fomos ficando invisíveis dentro de casa", narrou. Nesse contexto, ela disse que criou com Andreas, que tinha 14 anos na época do crime, um mundo próprio, separado dos pais: “Era um refúgio nosso dentro de casa”.

Suzane enfatizou que a relação familiar era complexa. "Minha família não era família Doriana.

Longe disso. Meus pais construíram um abismo entre nós", afirmou. Em outro momento, ela declarou que “esse espaço vazio foi ocupado pelo Daniel [Cravinhos|”, condenado pelo crime, junto com o irmão, Cristian Cravinhos.

Sem falar diretamente, Richthofen deu a entender que a dinâmica degradante com os pais serviu como pano de fundo para o duplo homicídio.

Manfred e Marísia foram assassinados a pauladas em 31 de outubro de 2002. De acordo com a investigação, o homicídio foi planejado pela própria filha e executado pelos irmãos Cravinhos.

“Eu não construí a arma do crime. Não tenho nada a ver com isso”, defendeu-se ela.

De acordo com Suzane, Daniel foi, inclusive, o estopim para a ruptura na relação com os pais. “O Daniel passou a ocupar todos os espaços da minha vida”, relatou. A mãe criticava o relacionamento de forma direta. “Ela falava que ele ia me puxar para o fundo do poço”, narrou a condenada.

Ela também detalhou como passou a ter uma vida dupla diante do comportamento dos pais. “Eu saía de casa dizendo que ia pro karatê, mas ia pra casa do Daniel. Escondida dos meus pais, conheci todo o litoral de São Paulo. A gente alugava carro e seguia viagem. O Daniel me mostrou o mundo que eu queria viver”, , apontou.

No entanto, as mentiras logo foram descobertas.

“Virou uma guerra dentro de casa. Qualquer coisa era briga”, salientou. O conflito com o pai escalou até a agressão física, segundo Suzane. “Ele me deu um tapão na cara tão forte que meu rosto virou pro lado”, revelou.

Quando e por que

Para ela, o ponto de virada aconteceu quando os pais viajaram por 30 dias para a Europa, e Daniel se mudou para a casa da família neste período.

“Foi um mês de liberdade total. Um sonho que eu não queria que acabasse. Era o dia inteiro de sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Aquele mês mudou tudo na nossa vida”, cravou.

Em seguida, Richthofen explicou que a ideia do crime foi sendo construída gradualmente. “Nós não falávamos em matar meus pais. A gente dizia que seria muito bom se eles não existissem. Eu aceitei. Eu os levei [Daniel e Cristian] pra dentro da minha casa. A culpa é minha. Claro que é minha”, reconheceu.

Sobre a noite do crime, Suzane sustentou que não teve participação direta na execução, e que permaneceu no andar de baixo, tentando se desligar do que acontecia no quarto onde os pais dormiam. “Eu fiquei no sofá, com a mão no ouvido para não escutar nada”, apontou, admitindo que tinha consciência do que estava acontecendo. “Eu sabia”, declarou.

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Eu me recuso a acreditar que vão mesmo tentar pintar ela como vítima.

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Olha viu…

desacreditado que ela vai mesmo participar kkkkkkkkkk

agora entendo pq tem gente que odeia essa febre atual por true crime

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:morta: :morta: :morta:

essa cadela poderia sumir da mídia

Mas ela não tenta sair como vítima, ela apenas confirmou o que os vizinhos falavam que a relação dela e do irmão com os pais era estranha e fria

O próximo documentario da Netflix sera da Nicki minaj e D’ Amuher

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de novo? ela já não deu a versão dela no gugu?

e provavelmente a netflix pagou né…

Mas nesse caso, eu sou a favor dela falar sim. Fizeram três filmes sobre o caso, colocaram uma mulher interpretando ela numa série, diversos livros sobre o caso

Basta separarmos o certo do errado

Claro que a Netflix pagou

babando com ela igualzinha a Sofia Coppola

Breve na Netflix:

Entre sorrisos e confissões, Champinha conta tudo sobre os assassinatos que cometeu. “Eles foram zero afeto comigo, construíram um abismo entre nós. Foi horrível”, afirma.

Ainda nesse ano vai sair a série da Elize Matsunaga na Netflix

Parabéns código Penal e militantes antipunutuvisno

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sinceramente, não vamos ser hipócrita em dizer que em uma época isso já foi interessante de acompanhar

agora só é triste mesmo, ver essa monstra mentir e colocar a culpa nos pais pela brutalidade que ela QUIS fazer.

Se o problema era o pai, então porque também matou a mãe?

ela é só uma desgraçada mesmo que não merece mais 1 real que a gente mesmo dá quando assiste

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Breve na Netflix

Amulher fala sobre o cabaré de itamaraca

“ Eu acredito que devemos ter que quebrar o tabu em relação ao prazer, e além das oportunidades as meninas recebem, o ser humano necessita de prazer principalmente nos tempos que vivemos, e prostituição não é crime no Brasil ,nao sabia que estava rolando na Turquia era criminoso, pensava que estava dando as meninas um intercâmbio cultural”

2026 e ficam dando palco pra essa psicopata

Deixa ela falar.. O Ego dela deve ser tão grande,que ela não percebe que toda vez que abre a boca é objeto de estudo sobre psicopata .