Os países-membros do Brics declararam apoio formal às negociações da Convenção Tributária da ONU, com uma referência à taxação de “super-ricos”, em uma agenda defendida pelo Brasil desde a presidência do G20 no ano passado.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou neste sábado (5) a obtenção de um consenso entre países do grupo. O apoio fez parte da declaração de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais.
“Trata-se de um passo decisivo rumo a um sistema tributário global mais inclusivo, justo, eficaz e representativo – uma condição para que os super-ricos do mundo todo finalmente paguem sua justa contribuição em impostos”, afirmou Haddad.
O documento do Brics chega em um momento de tensão nas relações entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Congresso Nacional em torno da alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e da taxação de aplicações financeiras, como as LCAs e LCIs, que vão perder a isenção na cobrança de Imposto de Renda dos investidores.
A fila de imigração nao torna os EUA de Trump em 2025 menos autoritário, perseguidor de minorias ou praticante de censura. Vale lembrar as primeiras visitas de estado que o Trump quis fazer foi para as ditaduras do Oriente Medio. Um flerte com ditaduras?
Nao Neo, USA nao e’ nem o infinitesimal autoritario, perseguidor ou praticante de censura como Russia e China. Seu espantalho absurdo nao vai funcionar.
A fila de imigracao e’ so’ um, de milhares, de exemplos que poderia dar sobre o que o mundo real acha dessa discussao. E’ simples.
Acordos economicos sao diferentes de acordos ideologicos. E o livre mercado e’ a maior ferramenta de secularizacao e terminamento de conflitos de todos os tempos.